terça-feira, 29 de agosto de 2017

O Nada Curioso Caso do Cara que Não Sabe Administrar o Próprio Tempo Livre

Eu bem que gostaria que este título fosse algum conto ou até mesmo alguma crônica de título diretamente inspirado no livro do Jonas Jonasson (que inclusive é um dos meus livros que abandonei em Dublin quando voltei para o Brasil e ainda hoje me lamento pela burrice que cometi) mas no fim das contas é um desabafo para mim mesmo.

Eu tenho pouco tempo livre. Trabalho o dia todo, a noite tenho faculdade, a semana toda. Em resumo eu passo em casa para jantar e dormir durante a semana. E faço curso de inglês no sábado pela manhã. É, meu tempo livre é baixo, mas pior que isso: eu administro ele tão mal que fica parecendo que eu tenho menos tempo ainda. Eu sempre digo que queria ter mais tempo para ler, pra jogar videogame, assistir mais filmes com a Esposa ou até mesmo ficar de bobeira na Internet, ainda que as melhores ideias do que fazer online ou de organização das minhas coisas digitais surjam ou quando estou trabalhando ou quando estou no caminho da faculdade. Ou ainda pior, quando deito a cabeça no travesseiro e os pensamentos começam a conflitar com sono, aí é a certeza de uma noite de insônia. Minha cabeça não pára.



O problema da leitura eu meio que resolvi parcialmente, tenho lido mais no ônibus e na faculdade. No final do semestre passado, terminei de ler um livro no Kindle, engatei em outro físico e não termino por pura preguiça. E por causa do smartphone. É muito mais fácil relaxar só passando os olhos pela timeline do Facebook do que tirar uns quinze minutos para ler mais um capítulo ou dois do meu livro. E só eu sei o quanto eu me acho um babaca por isso, estou levando meses para ler pouco mais de 200 páginas. E em casa... bem, em casa eu quero consumir meu tempo livre com outras coisas. Vamos ver se até o meio de Setembro eu consigo terminar este livro de uma vez por todas.

Eu gosto e muito de jogar videogame. Adoro. Tenho vários consoles e plataformas, vários jogos mas nunca tiro tempo direito para jogar. E cada vez eu dou uma desculpa diferente, porque eu mesmo sei o quanto que eu poderia me organizar pra fazer isso funcionar de forma bastante sadia. Até adotei o PSP por algumas semanas, ele estava atendendo bem as necessidades, eu vinha jogando coisa de 15~30 minutos por dia antes de dormir, mas aí a Esposa disse que o barulho dos botões sendo pressionados incomodava ela. Dei um tempo no PSP também. Outra coisa que me incomoda é como que eu vou armar todo o aparato que um console precisa com a organização atual da minha casa? Não tem muito como, acabo ficando acanhado. Mas ando com saudade de passar algumas horas me divertindo em cima de um game como fiz com o Bulletsorm no PS3, que comecei meio acanhado e quando me dei conta, estava terminando o game. O mesmo aconteceu com o Resistance 2, que terminei o jogo achando que ainda estava na metade. Saudade disso. Vou tentar retomar o Kane & Lynch 2, já que o gameplay me agrada e ao mesmo tempo não preciso me prender tanto a história, serve mais como uma válvula de escape mesmo.

Mas ainda tem aquele tempo que passo na frente do computador de bobeira. Acredito que é só eu me disciplinar melhor, raciocinar sobre o que eu preciso fazer quando me sento ao computador para ter mais foco na hora de escolher o que fazer e não ficar me atendo sempre as mesmas coisas.

Veremos...

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Porque alguns de nossos ídolos são tão babacas?!

Hoje pela manhã, ouvindo Pantera enquanto trabalhava me veio esta pegunta em mente. Porque alguns de nossos ídolos são tão babacas?

O Pantera sempre figurou entre as minhas bandas de Metal preferidas. Tá ali, dentro do meu Top 10 do Metal (sendo bem amplo e genérico) e no Top 3 das bandas de Groove Metal. Considero o talento de Dimebag Darrell e Rex Brown indiscutíveis, Phil Anselmo é um puta vocalista mas... bem, ele falou demais recentemente, nenhuma pessoa em sua sã consciência grita white power, faz uma saudação nazista e acha que está tudo bem com isto, ainda mais com os recentes acontecimentos em Charlottesville que fez o mundo voltar a atenção aos perigos do nazismo.

Porra, Phil!
De outro lado tem o Dee Snider, outro cara que sempre fui fã, que deu um depoimento incrível em 1985, no processo que o Parents Music Resource Center (PMRC) moveu contra o heavy metal, regravou um dos maiores sucessos do Twisted Sister pare reverter dinheiro para caridade. Com esta mesma música, aceitou que Trump usasse em sua campanha, até ver a proporção que isto estava tomando e pediu que Trump deixasse de usar a músca. Como diz o próprio Dee Snider, "Como muitos por aí, eu tenho grandes amigos com quem não discuto três coisas: esporte, religião e política. Porque sabemos que se a discussão acontecer, acaba a amizade. E eu tenho amigos que tem posições políticas diferentes das minhas. (...)". Se retratou em tempo. Não vi a mesma postura vinda de Phil Anselmo.

E aí eu fico naquele questionamento: tento extrair só o que o trabalho dos caras tem de bom e abstraio a pessoa que são ou largo mão de tudo, uma vez que é muito fácil de misturar o pessoal com o profissional, já que se lida tanto com inspiração e criatividade?

Sinceramente não sei. Agora me deixa voltar pro Yann Tiersen que nunca fez (até onde eu sei) mal a ninguém.

terça-feira, 21 de março de 2017

"Pêlo" Amor de Deus

parem de problematizar toda e qualquer coisa. Por favor.

A bola da vez foi o filme da Mulher-Maravilha, que nem estreou ainda, "(...)O novo trailer com a aventura da amazona chamou a atenção por um efeito especial inusitado - as axilas da protagonista Gal Gadot aparecem depiladas, aparentemente por algum recurso digital."

Aí vem a galerinha problematizando coisa que não existe, "(...)"Parece bacana o filme da Mulher-Maravilha, e ela quebra tudo durante o trailer, mas por que ela teve as axilas depiladas?", disse uma internauta. “Pergunta: Uma amazona como a Mulher Maravilha depilaria suas axilas?”, questionou outra. “Porque a Mulher Maravilha não tem axilas peluda, estou farto desse feminismo falso”, subiu o tom uma fã da personagem. (...)", conforme matéria da Revista Monet do último dia 19.

E eu só queria entender o que muda na personagem ou na militância feminista a existência ou não de pêlo nas axilas. Acho que é melhor eu ficar quieto, afinal, sou homem e nada tenho que estar falando sobre essas coisas. Ou não.

E esta não foi a primeira vez que falei de polêmica envolvendo pêlos por aqui.

Mas eu também tenho as axilas depiladas!! E agora?!

quarta-feira, 15 de março de 2017

Stan Lee Cameos

Você já viu todos os cameos do Stan Lee no cinema? Ou sabe quais são todos? Enfim... seja qual for a sua resposta, este vídeo é indispensável para qualquer fã da Casa das Ideias.

Aproveite.