quarta-feira, 13 de março de 2013

Então o japonês não é feio

e outras coisas nem tão relevantes sobre a sensação virgem do momento


"Eu o conheci em um jantar em Sydney, na Austrália. Ele fez o pedido para jantar antes da primeira vez e aceitei. Fui com dois amigos e o Justin [produtor]. Ele não gostou muito de não ter sido só comigo, mas foi por segurança e ele aceitou. Durou pouco mais de uma hora. Falamos em inglês e foi uma conversa legal. Posso dizer que ele não é feio."

Essa história já começou com um estardalhaço desnecessário, foi dada atenção desnecessária -e é nesse exato momento que eu sou criticado por estar dando atenção também, mas foda-se. O que eu quero dizer por aqui é que (ainda) não entendi todo esse furor por conta de uma guria feia que supostamente leiloou a virgindade. Eu digo supostamente porque segundo fontes nada confiáveis, a guria se chama Ingrid. E não me venham com laudos médicos, o que foi trazido a mídia não convence. Nem um pouco.

Olhando rápido para este suposto laudo já consigo perceber muita coisa que me deixa bastante em dúvida. Vamos a elas:

1 - O tal Dr. Nihad Jackson supostamente até existe, mas o único site que encontrei que fala sobre ele não tem nenhuma informação mais relevante sobre o cara, pode muito bem ter sido cadastrado com qualquer informação de qualquer um;

2 - Também no cabeçalho, nas informações do sujeito, o último deles está em azul e sublinhado, ou seja, é um hyperlink, não que necessariamente só exista uma versão digital deste suposto laudo (o que também é possível), mas também que ele foi impresso dessa forma, com uma impressora jato de tinta qualquer. Que médico que não se presta a imprimir numa gráfica um bloco dos seus laudos/receituários?

3 - O mesmo vale para o que tem no rodapé. Outra coisa bastante esquisita;

4 - A qualidade do documento é sofrível, além algumas rasuras bem desnecessárias;

5 - Por fim, aparentemente, quem assina é outra pessoa, não o Dr. Nihad Jackson. E mais: não tem sequer um carimbo do médico que traga qualquer outro tipo de informação.

Enfim, pode até ser tudo teoria da conspiração da minha parte ou mais uma bobagem que publiquei por aqui, mas o que realmente importa é que o japonês não é feio.

Que bom que ao menos o japonês não é feio, já que da Catarina eu não posso dizer o mesmo