quinta-feira, 7 de abril de 2011

Grêmio x Junior de Barranquilla

Futebol é uma paixão incondicional que não se explica. A mesma coisa, quanto a escolha do time do coração. Eu não teria nenhuma explicação lógica do porque sou Gremista e o porque desse amor, tal como um dos meus melhores amigos, não saberia explicar o porque ele é Palmeirense.
E torcedor que se preze vibra, xinga, sofre, acompanha, apoia, grita... E foi isso que fui fazer hoje mais cedo. Apoiar o meu Grêmio contra o Junior de Barranquilla na disputa pela vaga nas oitavas de final da Taça Libertadores da América.
Minha epopéia começou logo depois do meu expediente, pegar o trensurb até o centro de Porto Alegre e de lá, um ônibus até o Olímpico Monumental. Torcedor que se preze já começa a festa dentro do ônibus, todos devidamente preparados para o jogo logo em seguida. Depois de um triste congestionamento -que deixava a ansiedade ainda maior- finalmente chego ao Estádio. Correria para ir pegar meu cartão de associado, ir para a fila, errar a fila e finalmente entrar. Felizmente, bem posicionado. A tensão era grande durante o jogo, eu me desesperando ou berrando a cada lance, que somente no intervalo para o segundo tempo fui beber alguma coisa. Um café. E pelo começo do segundo tempo, um refrigerante.
Felizmente, o jogo me trouxe bons resultados, saí do Estádio de alma lavada. O ruim foi o programa de índio que fiz pra voltar pra casa. Mas isso, é outra história...

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