sexta-feira, 22 de abril de 2011

Mulheres Meninas Que Eu Amo

Letícia Colin









 








Sempre me comprometi demais com meu trabalho: fui namorar com 18 anos e beber quase com 20. Só agora, aos 21, comecei a curtir a vida e resolvi morar sozinha. Estou adorando ficar comigo mesma. Ando apaixonada por mim”, diz Letícia Colin (Revista Alfa, Março 2011)

[x]Atualizado com fotos mais recentes em 14/04/2016

In Bloom

Sell the kids for food
Weather changes moods
Spring is here again
Reproductive glands

Nirvana - In Bloom 


Já faz uns bons anos que, para mim, Nirvana deixou de ser A Banda, para ser simplesmente uma banda como qualquer outra. A gente cresce, tira as tapadeiras e vê que existem tantas outras coisas boas por aí para serem apreciadas.
Mas tem aquelas músicas que moram na tua cabeça. In Bloom é uma delas. Melodia simples, letra sem muito nexo mas que gruda, é gostosa de ouvir. Traz aquele sabor de nostalgia, misturado de uma saudade gostosa, que aperta o peito e traz as mais valiosas recordações.


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Grêmio x Junior de Barranquilla

Futebol é uma paixão incondicional que não se explica. A mesma coisa, quanto a escolha do time do coração. Eu não teria nenhuma explicação lógica do porque sou Gremista e o porque desse amor, tal como um dos meus melhores amigos, não saberia explicar o porque ele é Palmeirense.
E torcedor que se preze vibra, xinga, sofre, acompanha, apoia, grita... E foi isso que fui fazer hoje mais cedo. Apoiar o meu Grêmio contra o Junior de Barranquilla na disputa pela vaga nas oitavas de final da Taça Libertadores da América.
Minha epopéia começou logo depois do meu expediente, pegar o trensurb até o centro de Porto Alegre e de lá, um ônibus até o Olímpico Monumental. Torcedor que se preze já começa a festa dentro do ônibus, todos devidamente preparados para o jogo logo em seguida. Depois de um triste congestionamento -que deixava a ansiedade ainda maior- finalmente chego ao Estádio. Correria para ir pegar meu cartão de associado, ir para a fila, errar a fila e finalmente entrar. Felizmente, bem posicionado. A tensão era grande durante o jogo, eu me desesperando ou berrando a cada lance, que somente no intervalo para o segundo tempo fui beber alguma coisa. Um café. E pelo começo do segundo tempo, um refrigerante.
Felizmente, o jogo me trouxe bons resultados, saí do Estádio de alma lavada. O ruim foi o programa de índio que fiz pra voltar pra casa. Mas isso, é outra história...

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Ozzy Osbourne - Scream Tour 2011

Na última quarta-feira, 30.03, saí uma hora mais cedo do trabalho, rumo ao estádio do time rival ao meu, mas com um propósito: 21h, show de Ozzy Osbourne, era praticamente o sonho de uma criança que cresceu ao som de Black Sabbath.
Uma pequena fila para retirar o ingresso, logo após, uma Heineken gelada e um cigarro para esquecer o cansaço e o dia abafado. Depois, encontrar o final da fila, depois de muito caminhar, encontrei o final e fiz as características amizades de fila.
Cada passo mais próximo de entrar dentro do ginásio e a empolgação em saber que eu estava distante de Ozzy apenas alguns minutos. Não que eu tivesse credenciais que me levariam ao camarim e me permitiriam ver Ozzy devorar e saborear um morcego como uma pessoa normal, mas sim a empolgação de ver um ídolo ao vivo, de perto.

Depois de tanta espera e conversa, finalmente, entramos no ginásio. Como já era de se esperar, banda de apresentação (em que o vocalista mais parecia um Billy Corgan em escala menor de qualidade), não que a música ou o instrumental dos caras fossem ruins, mas o pessoal estava ali aquela noite por causa de Ozzy Osbourne, não uma banda aleatória,  que teve o privilégio de ser a banda de apresentação. Com uma pontualidade britância, Ozzy sobre ao palco e abre o show com Bark at the Moon, trazendo a galera toda abaixo. Logo no começo da apresentação, uma bandeira do Grêmio é arremessada na direção do palco e Ozzy pega e coloca sobre os ombros, deixando a torcida colorada (dentro da própria casa) desnorteada. Tak feio causou furor pelo país todo. O que ninguém parou para pensar é que, Ozzy Osbourne certamente, sequer sabia em que lugar do mundo estava, o cara é inglês, de futebol ele  deve conhecer o Manchester United e o Liverpool, talvez, mas nada além disso. O show segue com Let Me Hear You Scream, única música realmente boa do último disco, o que me deixa um pouco decepcionado,  não é preciso ser nenhum crítico de música para notar a diferença em Blizzard of Ozz (1980) e Scream (2010). O show todo teve pouco mais de 1h30 de duração, tempo o suficiente para que eu pudesse me sentir em extase por ver Ozzy de perto e ver o show ser encerrado em grande estilo: tocando Paranoid.