quinta-feira, 17 de março de 2011

Dois dias sem trabalhar

e não foi bem porque eu quis, garganta fechada e nariz congestionado me jogaram na cama. Ontem e hoje.
Esses dois dias na cama, ouvindo a família, tentando ser útil em alguma coisa dentro de casa (mesmo tu estando doente, pode vir aquele comentário dizendo que tu te fazendo de coitado ou qualquer coisa semelhante...) me fizeram pensar.
Pensei como há tempos não pensava, coloquei tudo na mesa para mim mesmo. Pai, mãe, irmã, irmão, padrasto, emprego, amigos, namorada, preferências... me senti um idiota... eu tomo as dores por aqueles que eu amo, me dá uma agonia profunda não poder ajudar, as coisas fugirem do meu alcance, preciso falar que me frustro? Acho que não.
Vem aquela vontade gritar, de levar o mundo nas costas e dizer que tu vai conseguir fazer com que as coisas se ajeitem. É, seria fácil se fosse assim ou se fosse só isso. Não desisti ainda. Só estou procurando um meio, um jeito de fazer com que as coisas se acertem. 
Mas como diria minha saudosa avó, vamos rir que a morte é certa...
 

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