sábado, 19 de fevereiro de 2011

Con Air

Cameron Poe (Nicolas Cage) conquistou a liberdade condicional e pega carona em um voo que transporta diversos criminosos do país, entre eles, o psicopata Cyrus (John Malkovich). Mas o que era para ser apenas uma viagem torna-se um grande pesadelo porque os bandidos assumem o controle do avião para sair do país e dão início a um insano plano de fuga. Agora, Poe terá que fingir que está de acordo com eles para se manter vivo e depois tentar reverter a situação.
 Con Air - A Rota da Fuga (Con Air, 1997) deve ser o filme de ação preferido do Silvio Santos. O filme já passou em todos horários possíveis da programação de filmes do canal e foi preciso eu assistir somente uma vez para abominar o filme. Eu já comentei no post anterior o quanto eu abomino o Nicolas Cage, mas eu queria saber quem foi o filha da puta que disse que o personagem dele teria de usar um megahair, porque ou o cara que pensou nisso é muito sacana ou nunca deve ter reparado que Cage é CARECA. Mas vamos ao filme...
Con Air tem tudo para ser um filme de ação bom como tantos na categoria. Mas não é.
Repara ali na sinopse, "Cameron Poe (Nicolas Cage) conquistou a liberdade condicional e pega carona em um voo que transporta diversos criminosos do país(...) (...)Poe terá que fingir que está de acordo com eles para se manter vivo e depois tentar reverter a situação." agora, quero entender o sentido disso. O tal de Cameron Poe virou um bom menino só por ter conquistado a liberdade condicional, nisso, cai sobre ele a responsabilidade de manter a ordem num voo em que ele pegou carona (?).  E sob as costas de quem jogaram o papel de Poe? Nicolas Cage, que é tão terrível em papéis de ação quanto John Travolta quando resolveram que ele não precisava mais ser pai de bebês falantes nem ficar nos embalos de sábado a noite.
E o filme se desenvolve de forma confusa, massante que se torna complicado de prestar atenção e conseguir achar alguma coisa realmente relevante no enredo.

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