domingo, 27 de fevereiro de 2011

Killer Klowns From Outer Space

Numa noite de sexta-feira, Mike (Grant Cramer) e Debbie (Suzanne Snyder) namoram no banco de trás do carro, quando vêem uma forte luz que rasga o céu e cai numa clareira. Partem para lá e encontram uma brilhante tenda de circo. São os palhaços assassinos que chegaram do outro mundo.
Pense num film de terror. Agora coloque palhaços, depois transfira isso para o universo dos filmes de terror da década de oitenta, onde os efeitos especiais ainda eram precários. Acho que ainda assim, não deu para ter idéia do que são Os Palhaços Assassinos do Espaço Sideral (Killer Klowns From Outer Space, 1988), um trama mirabolante junto de elementos que não convencem te ffazem rir o tempo todo e não te preocupar com mais nada. O filme vale pelas risadas, pelo trash da história, um verdadeiro clássico para quem gosta.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

紅の豚

Piratas invadem os céus do Mar Adriático.
Porco Rosso, um piloto que traz um segredo sobre sua verdadeira identidade, torna-se implacável contra os terríveis pilotos. A chegada de um experiente piloto americano coloca seus planos em risco. Curtis abate o avião de Porco e torna-se seu maior inimigo.
Com a ajuda de Fio, uma perita em aviação, seu avião é consertado e juntos partem para o esconderijo secreto. Deter Curtis é uma questão de honra. Um grande duelo está para acontecer. Porco precisa vencer para que a paz possa reinar novamente e ainda impedir que descubram sua verdadeira identidade.
紅の豚 (紅の豚 - Kurenai no Buta, 1992) é mais uma das magníficas obras de Hayao Miyazaki que me encheram os olhos e me deixou ansioso por cada sequencia de cenas. A forma lúdica de tratar assunto sério foi a combinação perfeita, muito bem explorada que faz com que Porco Rosso tenha seu lugar reservado na minha lista de filmes preferidos e das animações que nunca vou cansar de assistir.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

The Magdalene Sisters


Irlanda, década de 60. Margaret (Anne-Marie Duff) foi estuprada num casamento por seu primo. Bernardette (Nora-Jane Noone) é muito bonita e por isso representa um perigo para os homens da vizinhança. Rose (Dorothy Duffy) e Crispina (Eileen Walsh) são mães solteiras. Por causa disso essas quatro mulheres são mandadas para um convento por seus familiares, com o intento de "pagar por seus pecados". Essa punição é por tempo indeterminado, o que significa uma vida de trabalhos forçados na lavanderia do asilo católico. As internas são conhecidas como "as irmãs Magdalena". Elas são humilhadas regularmente pelas madres, que não toleram desobediência, muitas vezes usando até mesmo castigos físicos.
Em Nome de Deus (The Magdelene Sisters, 2002) começa me chamando atenção por ser um filme baseado em fatos reais, depois por todo contexto histórico que traz a história, é algo acima de tudo revoltante. Instigante acho que seria a palavra que melhor definiria o que mais me trouxe ao assistir. Então, se tem uma coisa que me falta dizer é: assista!


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

The Death of Incredible Hulk

A Morte do Incrível Hulk (The Death of Incredible Hulk, 1990) é o fascinante episódio final de uma série de muito sucesso na TV, que conta a história de um cientista, o Dr. David Banner (Bill Bixby) que, quando irritado, se transforma em um ser poderoso e gigantesco chamado Hulk (Lou Ferrigno). Desesperado para se livrar desse alter ego monstruoso de uma vez por todas, Banner penetra em um laboratório de pesquisas governamentais dirigido pelo Dr. Ronald Pratt (Philip Sterling), com a esperança de encontrar uma solução para seu problema. Quando Pratt descobre o drama de Banner, oferece-se para ajudá-lo. Mas uma linda espiã, que tem como tarefa roubar as descobertas de Pratt para entregá-las a terroristas, obriga Banner a escolher entre amor e lealdade, entre o bem e o mal, e eventualmente entre a vida e a morte.
Já disse isso por aqui quando falei no filme do Quarteto Fantástico (aquele de 1994). Não se pode exigir muito de filmes com psersonagens de HQs quando estes são muito antigos. Encontrei tal pérola no balaio das Lojas Americanas e trouxe pra casa. O filme não é tão bom, na verdade ele é até bastante infantil. Mas para o desfecho de uma série, até que ele se encerra de uma forma bastante convincente.


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

22:01

Acabei de ler, o que fazemos em vida, ecoa pela eternidade. De certa forma, esta frase me deixou meio pensativo. Uma parcela de nostalgia tomou conta. Mas ao mesmo tempo não consegui sair do lugar. Porque?!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

火垂るの墓

Uma trágica história sobre dois irmãos - Setsuko e Seita - que vivem no Japão durante a época da guerra que, após tornarem-se órfãos por causa do conflito (sua mãe morreu e seu pai está desaparecido), vão parar na casa de parentes. As coisas pioram quando acabam tendo que ir viver em um abrigo no meio do mato. Quando Setsuko, a irmãzinha caçula, adoece gravemente, seu irmão deve se virar para conseguir ajuda para a menina, mas os tempos são difíceis e mesmo um pouco de comida pode ser difícil encontrar.
Túmulo dos Vagalumes (火垂るの墓 -Hotaru no Haka-, 1988) é um dos animes mais melancólicos, que mais me apertou o peito em cada cena até hoje. Acho que justamente por ser um tema sério, sendo tratado numa animação é o que o torna ainda mais cativante, a ansiedade pela conclusão das cenas ou do que está (e tem por vir). Túmulo dos Vagalumes é mais uma grande obra prima do Estúdio Ghibli que sem dúvida, tem uma grande lição e mensagem a ser passada.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Gran Torino

Walt Kowalski (Clint Eastwood), veterano da Guerra da Coréia e trabalhador da indústria de automóveis aposentado, não gosta muito do jeito como sua vida e sua vizinhança mudaram. Ele especialmente não gosta de seus vizinhos, imigrantes do Sudeste Asiático. Mas alguns eventos forçam Walt a defender justamente esses vizinhos contra uma gangue local que semeia violência e medo. Pela primeira vez desde Menina de Ouro, Clint Eastwood trabalha dos dois lados da câmera, recebendo o prêmio de Melhor Ator do National Board of Review Award por seu papel como o osso duro de roer Kowalski, aprimorado pela experiência, elegância e sensibilidade e premiando este trabalho ´com uma performance primorosa´ (Peter Travers,  Rolling Stone).
Confesso que hesitei bastante até falar sobre Gran Torino (Gran Torino, 2008) não por o filme ser ruim mas por eu não me sentir imparcial para falar de alguma produção assinada por Clint Eastwood. Walt é um personagem denso ao mesmo passo que é carismático, Thao (Bee Vang) contagia com a simplicidade do personagem e o filme todo em si é de uma riqueza de elementos (sejam eles visuais ou na própria história) que quando surgiram os créditos finais, aquele nó que estava na minha garganta desde os quinze minutos finais, se desfizesse.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Capitu

Capitu foi uma microssérie brasileira exibida pela Rede Globo entre 9 a 13 de dezembro de 2008, tendo sido escrita por Euclydes Marinho com a colaboração de Daniel Piza, Luís Alberto de Abreu e Edna Palatnik, e direção geral e de núcleo de Luiz Fernando Carvalho. A produção foi uma homenagem ao centenário de morte de Machado de Assis, autor do romance no qual a série se baseia, Dom Casmurro.



Não sei se foi o sono, o cansaço ou alguma outra coisa, mas o fato é que nesta última madrugada (de ontem pra hoje) eu tentei começar a assistir Capitu. Tentei mesmo, mas por algum motivo, eu cochilei nos primeiros quinze minutos do primeiro episódio. Agora, preciso me doutrinar para assistir tudo, com atenção, ver com meus próprios olhos se é mesmo tudo isso que estão falando.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Stjepan Hauser and Luka Šulić

Eu nunca tinha ouvido falar deles.Mas foi vagando pela internet que tive a alegria de saber da existência de Stjepan Hauser e Luka Šulić. Eu só posso dizer que fiquei besta com a performance dos dois de resto, é melhor assistir que é muito melhor do que qualquer coisa que eu venha a dizer.

Con Air

Cameron Poe (Nicolas Cage) conquistou a liberdade condicional e pega carona em um voo que transporta diversos criminosos do país, entre eles, o psicopata Cyrus (John Malkovich). Mas o que era para ser apenas uma viagem torna-se um grande pesadelo porque os bandidos assumem o controle do avião para sair do país e dão início a um insano plano de fuga. Agora, Poe terá que fingir que está de acordo com eles para se manter vivo e depois tentar reverter a situação.
 Con Air - A Rota da Fuga (Con Air, 1997) deve ser o filme de ação preferido do Silvio Santos. O filme já passou em todos horários possíveis da programação de filmes do canal e foi preciso eu assistir somente uma vez para abominar o filme. Eu já comentei no post anterior o quanto eu abomino o Nicolas Cage, mas eu queria saber quem foi o filha da puta que disse que o personagem dele teria de usar um megahair, porque ou o cara que pensou nisso é muito sacana ou nunca deve ter reparado que Cage é CARECA. Mas vamos ao filme...
Con Air tem tudo para ser um filme de ação bom como tantos na categoria. Mas não é.
Repara ali na sinopse, "Cameron Poe (Nicolas Cage) conquistou a liberdade condicional e pega carona em um voo que transporta diversos criminosos do país(...) (...)Poe terá que fingir que está de acordo com eles para se manter vivo e depois tentar reverter a situação." agora, quero entender o sentido disso. O tal de Cameron Poe virou um bom menino só por ter conquistado a liberdade condicional, nisso, cai sobre ele a responsabilidade de manter a ordem num voo em que ele pegou carona (?).  E sob as costas de quem jogaram o papel de Poe? Nicolas Cage, que é tão terrível em papéis de ação quanto John Travolta quando resolveram que ele não precisava mais ser pai de bebês falantes nem ficar nos embalos de sábado a noite.
E o filme se desenvolve de forma confusa, massante que se torna complicado de prestar atenção e conseguir achar alguma coisa realmente relevante no enredo.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Ghost Rider

Johnny Blaze (Nicolas Cage) era apenas um motociclista dublê adolescente quando vendeu sua alma para o diabo (Peter Fonda). Anos depois, Johnny é um famoso motoqueiro radical durante o dia, mas à noite, se transforma no Motoqueiro Fantasma, o lendário personagem da Marvel Comics. Como justiceiro do diabo, ele é encarregado de caçar almas maldosas na Terra e levá-las ao inferno. Mas quando o destino resolve lhe pregar uma peça trazendo o seu grande amor (Eva Mendes) de volta à sua vida, Johnny percebe que pode ter uma segunda chance de ser feliz - se vencer o diabo e ganhar sua alma de volta. Para conseguir o que deseja, ele terá que derrotar Coração Negro (Wes Bentley), o rebelde e perverso filho do demônio, cujo plano de assumir o reinado de seu pai trará o inferno à Terra - a não ser que o Motoqueiro Fantasma possa impedí-lo.
Assumo que eu tenho uma espécie de birra com o Nicolas Cage. Não sei se foi de tanto assistir Con Air no SBT ou se é porque sempre achei ele sem pinta nenhuma para filmes de ação, achando ele mais com cara de um John Travolta contemporâneo.
Agora me responde sinceramente: esse cara aí na direita lembra o Notoqueiro Fantasma dos quadrinhos o suficiente para ter sido escalado para ser o Motoqueiro Fantasma? Eu acho que não. Segundo fontes (nada) confiáveis, vindas da Boataria Interneteira, Nicolas Cage só foi chamado para o papel depois de passar anos insistindo participação em algum filme baseado em HQs e por ele ser um grande fã do Motoqueiro e ter uma imensa tatuagem do mesmo nas costas. Se é verdade, eu não sei, mas sei que odiei ele no filme. Odiei. Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider, 2007) exceto pelos belissimos efeitos visuais, o filme consegue ser uma bela porcaria. Cresci lendo as HQs, para quando sai um filme, ser uma bosta a história? Não sei porque insistem tanto em ter um apelo romântico em tudo que é filme. O personagem sempre tem que ter um amor, de quem ficou afastado por muito tempo e depois ficam felizes e juntos. Se eu quisesse coisa assim, assistiria novela, sinceramente. Eva Mendes tendo a sensualidade de um poste, Nicolas Cage nem preciso falar mais nada. Quem sem salva mesmo é o próprio Motoqueiro Fantasma, que não passa de obra de computação gráfica.



quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Black Panther

A série é uma produção da Marvel e da BET (Black Entertainment Television) que é uma emissora americana a cabo que possui uma grade especialmente voltada ao público afro-americano dos Estados Unidos e cujo vice-presidente é Reginald Hudlin. Baseados no primeiro arco de histórias da revista escrita pelo próprio Hudlin e com desenhos de John Romita Jr.
Não sei se é impressão minha, mas de uns tempos pra cá, a Marvel Comics parece estar querendo recuperar o tempo perdido (e que foi passada para trás pela DC Comics) e resolveu investir em animações.
Entre tantos personagens, escolher o Pantera Negra considero como um acerto em cheio. Um personagem rico que pouca gente conhece (na real acho que só que acompanha as HQs), com uma história interessante, poderia resultar numa série no mínimo interessante. E foi. 
A primeira vista, assistir uma animação com o traço de Romita e tu te perguntar se aquilo não mais parece uma HQ animada, até que tu acaba por te acostumar com o traço e deixa a história tomar conta. E é isso que faz cada um dos seis episódios valerem a pena.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Water for Elephants

O estudante de veterinária Jacob (Robert Pattinson) conhece e sse apaixona por Marlena (Reese Witherspoon), a estrela de um circo de uma época antiga. Eles descobrem a beleza em meio ao mundo do Circo, e se juntam através de sua compaixão por um elefante especial. Contra todas as probabilidades – incluindo a fúria do carismático, porém perigoso, marido de Marlena, August (Christopher Waltz) – Jacob e Marlena encontram um amor para a vida inteira.
 Água Para Elefantes (Water for Elephants, 2011) só estréia em 22 de Abril deste ano e só o trailer e a sinopse já me deixaram atiçado para assistir o filme. Quanto a Robert Pattinson? Não se pode condenar um ator (ou toda sua carreira) por conta dele ter feito filmes sobre coisas que nunca me agradaram.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

London Symphony Orchestra

 London Symphony Orchestra, como o nome já diz é a Orquestra Sinfônica de Londres. Fundada em 1904 como a primeira orquestra independente do Reino Unido, sob a regência do maestro Hans Riochter.
 A orquestra tornou-se a primeira orquestra do Reino Unido a se apresentar no exterior, que foi em Paris em 1906. Foi também a primeira orquestra do Reino Unido a tocar nos Estados Unidos, em 1912 e em 1973 foi a primeira a tocar no Festival de Salzburgo. E continua a fazer turnês em volta do mundo.
A orquestra, durante muito tempo foi considerada a mais extrovertida das orquestras de Londres. Na maior parte de sua existência, ela proibiu que mulheres tornassem-se membros da orquestra, alegando que as mulheres poderiam afetar o som da orquestra (houve uma polêmica parecida na Filarmônica de Viena). A primeira mulher a ingressar na orquestra foi a oboísta Evelyn Rothwell.
 Acho que não é novidade pra ninguém o quanto eu sou apaixonado por música e o quanto eu me entusiasmo em descobrir bandas, grupos, cantores novos. E London Symphony Orchestra foi uma das minhas últimas descobertas que mais me trouxe entusiasmo, admiração e quem sabe até uma certa perplexidade. Sempre gostei de música clássica (mesmo não tendo critério algum para escolher o que é clássico ou não) e o "rock" (não gosto desta terminologia, parece depreciativa) em si sempre fez parte de mim, sempre foi coisa da minha essência. Misturando as duas coisas, em coletâneas (The Clasisic Rock Classics) impecáveis, conquistaram meu coração, meus ouvidos e minha preferência. Se tu ainda não ouviu, recomendo.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

As Cariocas

A Traída da Barra
Depois de pegar o marido, Augusto César (Luciano Huck), na cama com sua melhor amiga, Maria Teresa (Angélica) surta completamente e até faz amizade com prostitutas para se vingar.
Para o fim da série, este episódio foi muito chato. Tinha tudo para ser um episódio mais interessante e melhor explorado, mas Luciano Huck interpreta com a mesma emoção de um bambu, Angélica não é das melhores, o que salvou foi Rosi Campos e Luís Miranda (nem Leona Cavalli) conseguiu me convencer o bastante.
A pobreza na interpretação, a história que ficou "engraçadinha" demais para o meu gosto não colaborou muito para o meu gosto. Se a idéia foi sentir pena da personagem de Angéllica, o máximo que consegui sentir foi graça.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

As Cariocas

A Suicida da Lapa
Alice (Deborah Secco) está cansada de sua vida normal e sem aventuras, a carioca acaba se relacionando com um colega de trabalho de seu marido. Roberto (Cássio Gabus Mendes), que também está insatisfeito com seu casamento e seu trabalho, acaba se apaixonando por Alice e os dois planejam um encontro pra lá de  sombrio.
Se tem uma palavra com que eu possa definir este episódio seria insano. Mas dono de uma genial insanidade. Não sei ao certo porque, mas sempre simpatizo com os papéis de Cássio Gabus Mendes, Deborah Secco precisa de um papel muito bom para me convencer, mas Roberto e Alice deram todo charme, toda alegria e toda insanidade que o episódio merecia.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

As Cariocas

A Iludida de Copacabana
Marta (Alessandra Negrini), uma mãe da zona sul, linda e sensual, que faz questão de mostrar para as amigas que é bem casada – com um tremendo bonitão – e feliz. De longe muito casal parece ser perfeito, mas nem sempre é. O casamento de aparências se abalou quando essa carioca conheceu o melhor amigo de seu marido, um cara cheio de charme.
Sua vida infeliz e pacata toma outro rumo. Cansada da falta de atenção do marido (Thiago Lacerda) e de fingir se importar com a ousadia da babá, Marta se entregou a novas aventuras.
Fortíssimo candidato a episódio favorito, Alessandra Negrini mostrou porque é uma das minhas atrizes preferidas. O suspense todo do episódio me deixou confuso e ansioso, o que estaria realmente acontecendo? Eu não via a hora do desfecho, que este conseguiu abrilhantar totalmente o episódio. E não, me abstenho a falar mais alguma coisa antes que eu acabe falando o que não devo. 

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

As Cariocas

A Desinibida do Grajaú
Desde criança, o maior sonho de Michelle (Grazi Massafera) sempre era ganhar um concurso de beleza. Aos 22 anos, já uma loira exuberante, o desejo se concretizou. Como prêmio, a moça ganhou um carro que se tornou um de seus maiores orgulhos. O sucesso e a fama, no entanto, não duraram muito tempo e Michelle teve que voltar a morar com a mãe, Denise (Joana Fomm), sua maior fã, no Grajaú.
O retorno da jovem causa rebuliço entre a vizinhança do bairro, que sempre teve tribos bem definidas, regras e crenças curiosas. E vai mexer inclusive com o morador mais tranqüilo, o mecânico e pagodeiro Wescley (Marcelo D2), que tem Michelle como sua musa inspiradora.

Para um episódio que conta com desinibida no título, não passou de um episódio fraco e bobo. Isso mesmo, fraco e bobo. E isso não tem nada a ver com a aversão que tenho ao Marcelo D2. O episódio se passa o tempo todo com Grazi em cima de um carro, provocando a ira da vizinhança com o motivo pra lá de idiota, se o episódio se passe em 1970 até entenderia, mas não hoje em dia... Sem contar as "memórias da persoagem", que consomem boa parte do episódio, que termina de um jeito totalmente previsível. Ponto positivo? O D2 me surpreendeu atuando, ele não é tão ruim quanto eu imaginei que seria.  

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

As Cariocas

A Adúltera da Urca
Uma vida pacata, sossegada e confortável pode ser o suficiente para muitas mulheres. Era para Júlia (Sonia Braga), uma dona de casa, esposa e funcionária exemplar; autêntica moradora da Urca. Só que Júlia acabou descobrindo que adorava uma das coisas que mais desprezava: seduzir homens que não eram seu marido (Antônio Fagundes).
Se a idéia do episódio era ser uma coisa chata e desgastante, o acerto foi em cheio, porque não consegui enxergar nada além de chatice o episódio todo. Regina Duarte como uma mulher 'moderna' não me convenceu, para mim, vai ser sempre aquela atriz com cara de paisagem que eu não entendo como pode ser tão amada no país. Antônio Fagundes é um bundão o episódio todo, não parece ser o Fagundes que estou acostumado a ver em novelas, ficou um pouco vazio. Sônia Braga... o que dizer de Sônia Braga? Nunca gostei dela, não me interessa se ela fez Gabriela ou Dancing Days, para mim sempre foi uma atriz sem sal, dona das expressões faciais de um poste e Dalton Vigh... cara, nunca suportei ele, acho que já disse isso por aqui.
E então, o episódio não me convenceu, o tema poderia ter sido melhor explorado e os atores terem um pouco mais de entusiasmo mas não foi isso que vi.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

As Cariocas

A Internauta da Mangueira
Gleicy (Cintia Rosa) quando passa, os homens torcem o pescoço para admirar sua beleza. Ela é o sonho de consumo de muito marmanjo da Estação Primeira. Só que tem um defeito: o marido.
Muito bem casada com Armando (Eduardo Moscovis), Gleicy mantém as aparências de boa moça, mas deixa os homens loucos na internet. O marido sempre reclama que ela não sai do computador, mas nem imagina o que a esposa apronta diante da tela.
Finalmente um episódio com um pouco de tensão!
Eduardo Moscovis me conquistou desde o começo do episódio, me deixou esquecer a aversão que tenho pelo Flamengo e ficar ansioso pelo desfecho, saber o que aconteceria. Cintia Rosa não é nenhum primor atuando, mas consegui desempenhar bem o papel para o que a trama propunha.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

As Cariocas

A Invejosa de Ipanema
Cris (Fernanda Torres) é uma mulher do high society carioca, que além de sempre invejar alguma coisa de alguém, tem a difícil tarefa de conciliar negócios com glamour e amantes. Casada com Gustavo (Luiz Gustavo), o ápice de sua inveja é um conversível. E ela faz de tudo para consegui-lo.
Adoro tanto a Fernanda Torres quanto o Luiz Gustavo, mas este episódio foi terrível. Sem graça, roteiro fraco, sem nenhum ponto alto dignamente relevante, foi algo extremamente chato.
As birras de Cris são cenas chatas quem mais parecem uma novela adolescente, o porque das coisas também não ajuda muito, mas felizmente, o episódio acaba melhor do que começa e se desenrola.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

As Cariocas

A Atormentada da Tijuca
Clarissa (Paola Oliveira), uma mulher recém-divorciada que tomou nojo dos homens. Além disso, a heroína não tem uma relação tão boa com sua mãe, Taci (Denise Dumont), uma mulher forte, decidida, que, ao contrário da filha, não consegue resistir ao charme masculino. A única pessoa com quem Clarissa se sente realmente bem e à vontade é com Gilberto (Gabriel Braga Nunes), professor de dança de salão e seu amigo de infância.
Paola Oliveira é linda, Gabriel Braga Nunes é um ótimo ator. O episódio é perfeito, tem tudo para me encher os olhos, cada detalhe, cada coisa que eu fez com que eu me sentisse parte daquilo ali. Eu fiquei ansioso pelas cenas seguintes, eu queria que tudo desse certo, queria que o episódio durasse eternamente, botando pra fora, toda minha alma porteña e outras coisas que só este episódio soube aflorar em mim.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

As Cariocas

A Vingativa do Méier
Celi (Adriana Esteves), uma moça bonita e atraente que ainda mora na casa dos pais, de tanto tempo que passa lá. Quem não a conhece bem pode estranhar o fato da moça ser casada há cinco anos. Sabe como é, dizem que quando o filho não sai da casa dos pais é porque o casamento não vai bem. Mesmo boazinha, Celi de boba não tem nada – mas também não gosta de escândalo. Em vez de armar barraco por conta das suspeitas traições do marido (Aílton Graça), a boa moça prefere pagar na mesma moeda. Com direito a juros e correção monetária.
 
Sou suspeito pra falar... sou fã da Adriana Esteves, simpatizo com qualquer papel que Aílton Graçavenha a fazer e acho a Bárbara Paz extremamente sem sal. Mas a trama mirabolante, de elementos surpresa com toque de realidade fizeram a diferença, não deixando o episódio tão denso, chato ou monótono como foi o primeiro.

As Cariocas

A Noiva do Catete
Alinne Moraes vive Nadia, uma mulher que se esconde atrás da fachada de moça perfeita . Ela é noiva de Carlinhos (Ângelo Antonio), que ficou paraplégico tentando salvá-la de um assalto e não acredita que o amor resistirá a tal provação. Mas Nadia garante que quer casar e ter seus filhos com ele. Tais juras, porém, não impedem essa bonita, encantadora e misteriosa jovem de dar suas “escapadas”.
Nadia sofre com o acidente do passado, sente culpa, mas nem por isso deixa de enlouquecer a vizinhança. O jovem surfista Nelsinho (Pedro Nercessian) fica completamente deslumbrado com sua sensualidade e beleza. Já Fagundes (Nelson Baskerville), um homem mais maduro, enxerga em Nadia a dona de casa perfeita. Apesar de despertar tantos sentimentos, a única certeza de Nadia é que Carlinhos é sua real esperança de futuro – “os juros e as juras de amor”.
Para um primeiro episódio, achei ele bastante morno. Isso mesmo, morno. A bunda da Alinne Moraes não foi o bastante para me convencer, coloca Pedro Nervessian como um professor de surf foi um tanto quanto forçado, o moleque tem mais jeito para estudante de administração e as cenas junto de Nelson Baskerville são chatas, não tem muito sentido. Mas o final surpreende, compensa pela monotonia do episódio em si.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

DC Showcase: Green Arrow

Conde Vertigo contrata Merlyn para assassinar a princesa Perdita, sobrinha de Vertigo e herdeira do trono de Vlatava. Após Merlyn é derrotado pelo Arqueiro Verde, em etapas Vertigo e tenta matar os dois, o herói e Perdita, apenas para ser derrotado quando Canário Negro chega e derruba-lo inconsciente com o seu "Canary Cry" (perdão, mas não me recordo do nome em português, uma traduçãoliteral não seria adequeado). Depois da batalha com Vertigo, o Arqueiro Verde propõe casamento com Canário Negro com o apoio fervoroso de Princesa Perdita.

 DC Showcase: Green Arrow (DC Showcase: Green Arrow, 2010) tem menos de 15 minutos, mas é o suficiente para apresentar bem o personagem e deixar aquele gostinho de quero mais quando aparecem os créditos. A combinação de elementos com uma história simples e ao mesmo tempo contagiante, fizeram desta animação, algo digno de meu respeito e admiração.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

As Cariocas

As Cariocas foi uma série de televisão brasileira coproduzida pela Rede Globo e pela Lereby Produções, do diretor Daniel Filho. A série foi baseada no livro homônimo de Sérgio Porto, mais conhecido por Stanislaw Ponte Preta, e escrita pelo autor Euclydes Marinho. Contou com a direção de Daniel Filho, Cris D’Amato e Amora Mautner.
A série, que foi ao ar entre 19 de outubro de 2010 e 21 de dezembro de 2010, foi dividida em 10 episódios, independentes entre si, cada um protagonizado por uma atriz e situado em um bairro diferente do Rio de Janeiro.
E eu tive a paciência de assistir cada episódio, indo do céu ao inferno com em cada semana, tudo poara que depois eu pudesse comentar cada um por aqui...
E sábado, As Cariocas começam a dar as caras por aqui.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

I Love You Phillip Morris

Steven Russell (Jim Carrey) é um policial texano que decide assumir sua homossexualidade. Porém logo descobre que, para ser gay, é preciso ter muito dinheiro. Ele passa a realizar diversas trapaças e fraudes, de forma a manter seu alto padrão de vida. Ao ser preso, Steven é levado a uma penitenciária estadual. Lá conhece Phillip Morris (Ewan McGregor), seu companheiro de cela, por quem se apaixona. A partir de então Steven passa a fugir e ser preso diversas vezes, sempre agindo em nome de seu amor.
 O Golpista do Ano (I Love You Phillip Morris, 2010) é uma comédia romântica, baseada em fatos reais, diferente de tudo que já se viu. E talvez seja isso que tenha tornado o filme tão bom. Personagens carismáticos, interpretados por excelentes atores são apenas alguns dos motivos que fazem o filme encher os oilhos em cada cena. Da interpretação de Rodrigo Santoro em uma das cenas que me apertou o nó na garganta as cenas impagáveis entre Ewan McGregor e Jim Carrery. E é bom que eu nem fale mais nada,  senão sou capaz de tirar todo brilho que o filme tem.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Space Jam

Em Space Jam - O Jogo do Século (Space Jam, 1996), alienígenas querem que Pernalonga e sua turma tornem-se a principal atração de um parque de diversões. Prestes a ser capturado, Pernalonga propõe jogo de basquete em troca de sua liberdade. E para enfrentar o temível time dos Monstars alienígenas, o coelho convoca um importante reforço do basquete americano.
 Lembro de ter assistido este filme no cinema nos idos dos meus 10 anos, claro que eu não lembrava de praticamente nada, ter assistido ele me fez lembrar o que eu gosto do mesmo. Sempre fui  um fã de basquete e desenhos animados, ainda que Looney Toons nunca tenham sido meus desenhos favoritos. 
Michael Jordan é ídolo, desenho animado toda criança gosta, talvez tenha sido esta a investida na idéia do filme, juntando os dois elementos, mas a mim, foi um tanto quanto precário. Vi um filme com um roteiro deficiente, muito vago e sem sentido na maioria das cenas, com diálogos pobres e sem muito chamariz, o que acaba tornando Space Jam, um filme direcionado mesmo ao público infantil.