segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Amor em 4 Atos

As Vitrines
Inspirado na canção As Vitrines, é uma continuação do episódio anterior. Como toda continuação, é bastante previsível. Embora o enredo tenha sido clichê, não tirou o brilho da história, elementos me encaixados e tocantes.
Quem não gosta de finais felizes, que atire a primeira pedra. Até os personagens secundários ganham mais vida neste último episódio, tudo tem uma conexão quase que singular, em que o que mais importa, é querer que todo mundo se dê bem, que o desfecho seja bem aquilo que se queria desde o começo.
E, ainda que na minha opinião tenha terminado meio sem sentido, posso dizer que a série terminou em grande estilo.

Amor em 4 Atos

Folhetim
Inspirado na canção Folhetim, o terceiro episódio narra como Ary (Vladimir Brichta), após se desentender com sua esposa, Selma (Camila Morgado), cai na noite da Rua Augusta, onde conhece uma jovem prostituta chamada Vera (Alinne Moraes).
Enfim, um episódio com uma ponta de realidade. A seqüencia de cenas entre Ary e Selma são impagáveis, o show de interpretação dado por ambos foi algo que me deixou um pouco melancólico, preocupado com o personagem de Brichta me colocando naquela situação, pensando se eu faria ou não o mesmo numa situação igual ou semelhante.
A paixão arrbatadora que consome Ary ao conhecer Vera torna qualquer cena com outros personagens algo supérfulo, cada ponta de cena entre os dois te faz ter a mesma ponta de esperança que Ary e ficar praguejando o porque das coisas quando o episódio acaba.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Amor em 4 Atos

Meu Único Defeito Foi Não Saber Te Amar
Inspirado na canção Mil Perdões. A fidelidade do casal Lauro (Dalton Vigh) e Maria (Carolina Ferraz) é colocada à prova quando em uma festa na casa de praia do casal, chegam Dora (Gisele Fróes), ex-mulher de Lauro, e seu então namorado, Fernando (Dudu Azevedo), por quem Maria começa a se sentir atraída.
A melhor forma para resumir o episódio é dizendo que é uma novela de apenas 40 minutos. E uma novela das mais chatas. Envolta na típica trama mirabolante da dramaturgia global. Um casal que vive em meio a brigas para que no fim, fiquem juntos como se nada tivesse acontecido. Ao contrário do primeiro episódio, não consegui achar sequer um elemento que me deixasse com vontade de assistir, que despertase atenção. As cenas entre Maria e Fernando parecem mais saídas de um filme de softcore da década de 80, isso sem falar na cena em que Carolina Ferraz aparece trajando uma calcinha que mais parece uma lona de circo. Se a idéia foi trazer sensualidade para o episódio, ela ficou em falta.

Amor em 4 Atos

Ela Faz Cinema
Inspirado nas canções Ela Faz Cinema e Construção, presentes, respectivamente, nos álbuns Carioca e Construção, o primeiro episódio abordou duas histórias simultâneas: a primeira é a de Letícia (Marjorie Estiano), uma cineasta que, noiva, se apaixona por um pedreiro (Malvino Salvador). Ela não revela à ele seu compromisso anterior - e ele omite sua profissão. A segunda é a de Rafic (Cacá Rosset), uma vendedor de comida árabe, que se apaixona pela voz da locutora da estação de trem na frente de sua barraca. É o único episódio onde há um narrador na estória.
 Acho que por Construção ser uma das poucas músicas do Chico Buarque que gosto, este primeiro episódio foi mais fácil de ser digerido. Ainda que o enredo enha sido um tanto quanto simplórios, o casal principal não me despertar tanta curiosidade e ansiedade para saber o que aconteceria quanto o que foi com o personagem de Cacá Rosset, Rafic é um personagem carismático que nas poucas cenas em que ele dá o ar da graça, me segurou a atenção. Letícia é uma jovem (como dizem por aí) descolada, noiva de um bundão e parece satisfeita com a vida acomodada que leva com o sujeito até conhecer Antônio, que o desenrolar de fatos entre ambos não cativa o suficiente, mas ainda assim o episódio conseguiu me prender, querer saber o qual seria o desfecho da trama. Consegui abstrair o fato de "a Construção" abordada ser uma versão meio... feia, cantada pelo Arnaldo Antunes. Em suma: o episódio é bom. Isso mesmo, bom, não tem porque (nem como) dar uma avaliação melhor que esta.

Amor em 4 Atos

Nunca fui lá um grande fã de Chico Buarque como é minha mãe.  Uma música ou outra dele que me agrada aos ouvidos. Não entendo essa juventude que se entitula cult sem saber ao certo o que é isso ficar arrotando aos sete ventos que Chico Buarque é um exemplo raro de melodia, que não existe músico brasileiro como ele e merda em cima de merda... Se não existe músico como ele em terras brasileiras, eu pergunto para essa molecada se eles sabem ao menos quem é e o que representa Hermeto Pascoal e porra, mesmo eu admirando o cara pra caramba, acho sem necessidade ficar exaltando isso o tempo todo.
Mas achei a premissa interessante... transformar algumas músicas de Chico Buarque em uma história, somente quatro episódios, o suficiente para não se irritar com Chico Buarque e trazer alguma história no minímo interessante.
Então, depois de assistir ao primeiro episódio na madrugada da semana passada, na madrugada desta sexta pra sábado resolvi assistir aos episódios faltantes. Se tem uma palavra que eu possa definir minha avaliação num apanhado geral foi que os episódios em si são fracos. 
Então, nos quatro posts seguintes, eu conto um pouco da minha impressão com cada um deles.

domingo, 16 de janeiro de 2011

.jpegs que falam por si só, Parte 1

E que venham os presentes de 2011

GIFSoup
Eu cheguei de viagem na última terça. Empolgado por ter vindo junto comigo um HDD Externo de 1,5Tb, queria fazer meus backups e não dar mais desculpas para não baixar alguma coisa. Mas tive uma grande surpresa. Meu monitor (um LCD 22'' widescreen) havia querimado. Sim, queimado. A solução para o problema? Catei um monitor velho CRT de 14'' e estou usando ele, liguei o computador e fui a caça de outro monitor. Acabei comprando um Monitor TV 23'' Widescreen. E enquanto o novo não chega, minha vontade de ficar pelo computador é praticamente nula. Mas eu fico por aqui mesmo assim, só não assisto meus filmes e seriados. "Só".

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O Creal Não Acabou

Só estava de férias.
Tirei uns dez dias de férias do trabalho e fui viajar. Mas isso foi depois da última postagem. E eu nem postei a mixtape ainda, por falta de saco mesmo, assumo. Porém, acho que esse final de semana ela aparece. Acho.