quarta-feira, 21 de julho de 2010

Batman: Gotham Knight

Não é só porque eu sou um fã incondicional do Batman, que resolvi resenhar tal animação, mas sim porque ela é boa MESMO. Acredito que foi a partir de Batman: O Vigilante de Gotham (Batman: Gotham Knight, 2008) que fui me dar conta que a DC Comics estava realmente levando a sério essa coisa de produzir animações, deixando a arqui-inimiga, Marvel Comics, com séries animadas que ainda deixam muito a desejar, seja na qualidade de desenho ou nas histórias que não parecem ter tido um bom enredo. 
É um conjunto de 6 pequenos filmes de animação que vão anteceder The Dark Knight. Lançado diretamente em DVD e tem como objetivo fazer a transição de Batman Begins para The Dark Knight. Produção de 6 episódios da Warner Bros. em parceria com vários dos melhores estúdios da animação japonesa, com roteiros de Josh Olson (Halo – O Filme), David Goyer (Batman Begins), Brian Azzarello (100Balas, Batman/Deathblow), Greg Rucka(série 52, da DC) , Jordan Goldberg e Alan Burnett (Batman do Futuro), a direção ficou a cargo de Bruce Tim. Ótima pedida para o fãs do Morcego.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Mulan

Como disse na postagem anterior, a Disney tem a fina capacidade de mesclagem de assuntos e conseguir abordar os mesmos de uma forma única e cativante. Mulan (Mulan, 1998). Dono de uma trama envolvente, Mulan foi um filme que me pegou de jeito desde a primeira vez que assisti, quando minha irmã ganhou o VHS, isso por idos de 1998, de lá pra cá, foram incontáveis vezes que assisti, sempre me deslumbrando e divertindo. 

Uma antiga lenda chinesa é transformada como que por magia, numa aventura sem paralelo repleta de emoção, acção e diversão: o 36º Clássico de animação da Disney, MULAN.
Uma inquieta jovem chamada Mulan, pouco adaptada às tradições milenares da sociedade em que vive, descobre que o seu debilitado pai foi destacado para ajudar a defender a China da invasão dos Hunos. Num ato de bravura e amor, Mulan decide disfarçar-se de homem e toma o lugar do seu pai no Exército Imperial, juntando-se a um divertido grupo de guerreiros liderados pelo charmoso Capitão Shang.
A seu lado estão sempre o seu hilariante guardião, um dragão, Mushu, e o grilo da sorte, Cri-kee. Mas Mulan precisa de mais do que o aguçado engenho de Mushu para derrotar o implacável líder dos Hunos, Shan-Yiu. Só seguindo o seu coração conseguirá Mulan transformar-se num exímio guerreiro, trazer a vitória ao seu povo e devolver a tão ansiada honra à sua família.

domingo, 18 de julho de 2010

Brother Bear

A Disney tem um poder quase que único para sintetizar assuntos sérios dentro de uma temática infantil. Com Irmão Urso (Brother Bear, 2003) não seria diferente. O carisma de cada um dos personagens, me remeteu para uma fixação á história que há muito não me acontecia com alguma animação. 
Em busca de vingança por seu irmão ter sido morto por um urso, o índio Kenai acaba sendo amaldiçoado pelos espíritos da floresta e é transformado em um urso. Obrigado a viver sob a nova pele, ele começa a ver a realidade sob a ótica dos animais. Logo faz amizade com outro urso, Koda, mas se vê em apuros quando seu próprio irmão começa a caçá-lo.

sábado, 17 de julho de 2010

Fahrenheit 9/11

Farenheit, 11 de Setembro (Farenheit 9/11, 2004) não é exatamente um filme, é um bom documentário. Confesso que tive muito preconceito antes de assistir, por já saber da fama de Michael Moore de sensacionalista e tantas outras coisas. Mas quando resolvi deixar este preconceito tolo de lado, pude assistir um excelente documentário político, nos moldes de coisas que eu gosto de assistir. 
Michael Moore investiga como os EUA se tornaram alvo de terroristas a partir dos atentados de 11 de setembro de 2001. Além disso, o documentário traça paralelos entre as duas gerações da família Bush e, também, as relações entre George W. Bush e a família de Osama Bin Laden. Do mesmo diretor de Tiros em Columbine , Fahrenheit 11 de Setembro ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

A Goofy Movie

Eu sou suspeito pra falar qualquer coisa. Adoro animações, adoro animações da Disney e o Pateta é um dos meus personagens preferidos. Um filme bobo, como qualquer outra animação do estilo, com músicas um pouco chatinhas durante, mas que não deixa de ser engraçado e gostoso para se assistir. 
Pateta, O Filme (A Goofy Movie, 1995). Max é fã de "Power Line", um ícone da música pop no desenho, mais ou menos como o Michael Jackson é no mundo real. Ele se apaixona por uma garota chamada Roxanne, porém não sabe como fazer ela saber disso. Junto com seus amigos B.J. (filho do João Bafo-de-Onça) e Bobby Zimuruski, armam um show-surpresa para impressionar a garota, mas fazem isso interrompendo um dos discursos de fim de ano do diretor Mazur, no colégio onde estudam. Isso, desperta um interesse de Roxanne em Max e a partir de então, há esperanças de ele conseguir o tão esperado momento ao lado dela.
Surge a oportunidade de Max levar Roxanne em uma festa de fim de ano marcada pra acontecer na casa de Stacey (uma amiga de Roxanne). Porém, as coisas mudam após Pateta receber uma ligação do diretor da escola de Max, dizendo que ele estava causando problemas como membro de uma gangue (referindo-se ao fato de Max, BJ e Bob terem atrapalhado seu discurso), e que se continuasse assim acabaria na cadeira elétrica. O Pateta então decide repentinamente viajar com seu filho para recuperar o laço entre os dois e faze-lo mudar de comportamento. Os dois irão fazer o mesmo caminho que Pateta quando criança fizera com seu pai, o avô de Max, atravessando os Estados Unidos e fazendo paradas em diversos pontos.
Isso faz com que Max perca as esperanças de estar com Roxanne pela primeira vez e obriga-se a mentir para ela, dizendo que seu pai irá levá-lo à Los Angeles para verem o show do Power Line, que será transmitido pela TV ao vivo, e no qual Max prometeu acenar para Roxanne quando estivesse no palco ao lado do artista. Disse isso ao mesmo tempo que inventou a história de que seu pai o Pateta, e Power Line são amigos de infância e tocavam juntos em uma banda. No entanto, durante a viagem Max e Pateta enfrentam muitos problemas e discuções, além de um encontro com o Pé-Grande.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Falling Down


Quem nunca teve um dia ruim péssimo, que atire a primeira pedra. Um filme em que me indentifiquei do começo ao fim, com sequencia de cenas, que me inspiraram muito para fazer coisas que eu nunca poderia fazer. Confusão isso que eu disse? É melhor assistir o filme e entender o que eu estou falando. 
Um Dia de Fúria (Falling Down, 1993) traz a gistória de Prendergast (Robert Duvall), um policial em seu último dia de trabalho pois vai se aposentar, arrisca sua vida para tentar deter William Foster (Michael Douglas), um homem emocionalmente perturbado que perdeu seu emprego e vai ao encontro de Beth (Barbara Hershey), sua ex-mulher, e da filha, sem requer reconhecer que o seu casamento já acabou há muito tempo. Em seu caminho, William vai eliminando quem cruza seu destino.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Where The Wild Things Are

Um filme com a capaciade de ser extremamente perfeito por ser ele mesmo. A sensibilidade e a simplicidade tratada durante todo o filme é o que faz dele contagiante a cada cena e dono da capacidade de ser um filme totalmente chorível, como costumo dizer.
Baseado no livro infantil de Maurice Sendak, Onde Vivem os Monstros (Where The Wild Things Are, 2009) segue as aventuras de Max (Max Records), um garoto travesso que é mandado de castigo para seu quarto depois de desobedecer a mãe. Porém, a imaginação de Max está livre para voar, e logo o transporta para um reino desconhecido. Encantado, Max parte para a terra dos Monstros Selvagens, onde as travessuras é lei e Max é o rei.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Yellow Submarine

No Dia Internacional do Rock, uma justa homenagem
Yellow Submarine (Yellow Submarine, 1968) é um filme que, primeiro de tudo, o espectador precisa de paciência. Muita paciência. Em primeiro lugar, ter Beatles no filme não é automaticamente garantia de um bom filme e algo que seja altamente cativante, tá longe disso. Uma animação precária (como muitas da época) e uma história mirabolante deixa o filme cansativo para os dias de hoje, mas ainda assim, consegue ter seu brilho, ainda que ofuscado pelas dificuldades técnicas.

Era uma vez... ou talvez duas, um paraíso sobrenatural chamado Pepperland - um lugar onde a música e a felicidade eram raínhas supremas.
Mas tudo foi ameaçado quando o terrível Blue Meanies declarou guerra e enviou a sua armada, liderada pelo ameaçador Flying Glove, para destruir tudo o que de bom houvesse.
E é aí que John, Paul, George e Ringo entram para salvar o dia! Armados com pouco mais do que o seu humor, a sua música e, claro, o seu submarino amarelo, os Fab Four enfrentam corajosamente os perigosos mares na esperança de aniquilar as forças maléficas do reino invasor.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

[REC]

Perfeito!
Aos moldes de uma filmagem amadora, [REC], ([REC],2007) traz uma trama envolvente e arrebatadora, dono de uma capacidade de prender a atenção como poucos filmes foram capazes de fazer isso comigo.O efeito surpresa e não algo passível de saber o que acontece a seguir, foi um dos elementos que mais que contagiou no filme.
Ángela Vidal (Manuela Velasco) é uma jornalista que, juntamente com seu operador de câmera Pablo (Pablo Rosso), faz uma reportagem em um quartel do Corpo de Bombeiros, na intenção de mostrar seu cotidiano. Porém o que aparentemente seria uma saída noturna rotineira de resgate logo se transforma em um grande pesadelo. Presos em um edifício, a equipe de filmagens e os bombeiros enfrentam uma situação desconhecida e letal.

domingo, 11 de julho de 2010

Sex and the City

Filme de mulherzinha? Nem tanto...
Pra quem teve o prazer de acompanhar a série ou ao menos sabe do que se trata, o filme se encaixa como uma luva em tudo, as personagens dispensam qualquer apresentação. Porém, se não conhece a série, o filme também é uma excelente pedida que agrada todos. Ou melhor, quase todos.
Sex and the City (Sex and the City, 2008), baseado na série de TV norte-americana, inspirada no livro homônimo de Candace Bushnell. Ambientado na cidade de Nova York, quatro anos após o término da série em 2004, o longa mostra a relação íntima de quatro modernas amigas, cada uma com uma característica específica. Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) é uma escritora de sucesso obcecada por moda, que vive em Nova York. Assim como suas amigas Samantha Jones (Kim Cattrall), Charlotte York (Kristin Davis) e Miranda Hobbes (Cynthia Nixon), Carrie tenta equilibrar o trabalho com seus relacionamentos.

sábado, 10 de julho de 2010

Superman / Batman: Public Enemies

Primeira resenha de animação!!
Depois de meses ter baixado e tantos outros, esquecido num DVD de backup, finalmente assisti. A primeira coisa que me veio em mente, assim que o filme começou, foi perceber o quanto a DC Comics tem investido em animações e tem trabalhado isso com qualidade e bons roteiros, além da qualidade de desenho e animação que são indiscutíveis. 
Superman / Batman: Inimigos Públicos (Superman / Batman: Public Enemies, 2009). O Presidente dos Estados Unidos Lex Luthor usa a trajetória de um asteróide de kryptonita para armar para o Superman, declarando uma recompensa de US$1 bilhão pela cabeça do Homem-de-Aço e seu “parceiro em crime” Batman. Super-heróis e super-vilões se lançam numa implacável perseguição ao Superman e Batman, que devem se unir - e recrutar super-ajuda - para repelir o massacre, parar o asteróide e descobrir o sinuoso plano de Luthor para tomar mais controle da América do Norte.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Coming to America

Houve uma época em que Eddie Murphy não conversava com animais nem era um professor frustrado com seu peso. Nessa época ele ainda fazia filmes bons e descompromissados, que eram quase que uma garantia automática de risadas, ao contrário dos filmes de hoje, que parecem forçar tudo isso. 
Um Princípe em Nova York (Coming to America, 1988) traz a história de Akeem (Eddie Murphy), príncipe herdeiro de Zamunda, África, se rebela contra o casamento arranjando por seu pai, o rei Jaffe Joffer (James Earl Jones), que concorda que o filho viaje por 40 dias. Assim Akeem vai para Nova York, se passando por um pobre estudante para encontrar uma noiva que não o ame por sua posição. Vai trabalhar em uma lanchonete e sente-se atraído por Lisa (Shari Hadley), a filha do seu patrão, Cleo McDowell (John Amos), que é interesseiro e atrapalha o romance, pois quer um bom partido para a filha, sem imaginar quem é na verdade seu funcionário. Akeem viajou com Semmi (Arsenio Hall), seu melhor amigo, que não gosta de se passar por pobre e faz gastos e toma atitudes que podem revelar a identidade de Akeem.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Whole Nine Yards

Um filme ao contrário de tudo que já se ouviu falar ou se assistiu sobre Bruce Willis, característico por personagens turrões ou de aaparência mais séria, Willis consegue dar um show de interpretação neste filme que é impagável do começo ao fim, com elementos que fazem dele um filme como poucos, sabendo aproveitar ao máximo, cada um dos personagens.
Meu Vizinho Mafioso (Whole Nine Yards, 2000) acontece numa pacata cidade canadense onde não existe nada para se fazer. Nicholas "Oz" Oseransky (Matthew Perry) é um calmo dentista que mora no subúrbio de Montreal.
Sua vida é monótona e chata, além de ser piorada por sua esposa vigarista, Sophie Oseransky (Rosanna Arquette).
Seu tédio é interrompido quando um vizinho nada comum muda para sua rua. Ele é Jimmy "O Tulipa" Tudeski (Bruce Willis), grande golpista que fugiu de Chicago por envolver-se em um crime com uma família perigosa. O ex-assassino profissional denunciou os crimes de seu antigo padrão às autoridades, e agora precisa escapar da ira de um importante chefão da máfia russa.
Apesar das diferenças de Oz e Jimmy, os dois se envolvem em uma trama complicada, praticamente impossível. Ambos correm o risco de serem assassinados.
Para Jimmy, escapar de um par de assassinos profissionais é brincadeira de criança. Para Oz, é um jogo perigoso. Para ficarem vivos, eles terão que fazer de tudo para escapar - Jimmy com esperteza e sangue frio. Oz com seus instrumentos de dentista...

Street Fighter: The Legend of Chun-Li

Ahhh que saudades do Raul Julia
Esqueça tudo que tu ouviu falar sobre Street Fighter, desde a história até a fisionomia dos personagens. Pra mim, que sempre fui um fã da série, achei que o filme não só deixou muito a desejar, como também virou um filme genérico, uma jovem alimentada por um espírito de vingança, nada mais que isso. Os atores me pareceram fracos ou com má vontade na hora de representar, nenhum deles me convenceu no papel que estava desempenhando. 
Street Fighter: A Lenda de Chun-Li (Street Fighter: The Legend of Chun-Li, 2009), traz a história que ss forças da escuridão são conduzidas por Bison (Neal McDonouugh), um patrão do crime com aparente poder ilimitado, e cujo passado esconde um segredo chocante. O sindicato de Bison, Shadaloo, está a tomar poder sobre os bairros degradados da capital Thai, uma tarefa encabeçada por um assassino, Balrog (Michael Clarke Duncan). Ao serviço de Bison está também Vega (Taboo), um mascarado guerreiro de garras em punho, cuja arma foi feita à medida de ataques aniquiladores e penetrantes. Bison tem como braço direito a bela e mortal Cantana (Josie Ho). Enquanto Bison instiga uma onda de violência nos bairros degradados dos distritos, apoderando-se e obtendo poder não olhando a consequências para os residentes, uma equipa de heróis emerge. Chun-Li (Kristin Kreuk) é uma bela meio-Caucasiana/meia-Asiática que desistiu de uma vida privilegiada para se transformar numa lutadora de rua, combatendo por aqueles que não podem lutar por si. O seu mestre de Kung Fu, Gen (Robin Shou), outrora um temido criminoso, luta agora pelas forças do bem. Igualmente determinado a parar Bison está o polícia da Interpol, Charlie Nash (Chris Klein) , que tem seguido o patrão do crime por todo o mundo, e o sócio de Nash, Maya Sunee (Moon Bloodgood), detetive de homicídios do bairro da cidade onde imperam os criminosos.
Agora, alguém por favor assiste o filme e me diz o que tem de relação co  Street Fighter esse filme, porque eu não consegui entender. 

terça-feira, 6 de julho de 2010

Se7en


Intrigante, porém surpreendente
Seven - Os Sete Crimes Capitais (Se7en, 1995) é um filme intrigante, com capacidade de te prender a poltrona do começo ao fim, com situações inusitadas que me lembraram muito Jogos Mortais, pela complexidade e engenhoisidade de cada caso. 
Brad Pitt e Morgan Freeman interpretam dois policiais de estilos opostos: L.t. William Sommerset (Morgan Freeman) é um detetive culto e conservador, que quer se aposentar e já não acredita mais em sua carreira; David Mills (Brad Pitt) é jovem, recém-chegado a cidade grande, é a encarnação da ambição e dedicação ao trabalho. Os dois são encarregados de identificar e capturar um serial killer que mata suas vítimas de acordo com os sete pecados capitais (gula, preguiça, vaidade, inveja, luxúria, avareza e ira). Eles precisam prender o maníaco antes que os sete pecados terminem, o que faz o filme seguir um ritmo alucinado, apesar da atmosfera sinistra.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Schindler's List

Porque a Segunda Guerra Mundial, é uma de minhas tantas paixões


A Lista de Schindler (Schindler's List, 1993) é um filme denso, complicado, mas que te traz tanto para dentro do filme, que parece se estar vivendo aquilo. Não lembro ao certo quando foi a primeira vez que assisti, mas lembro de ter sido algo que me marcou fortemente, anos mais tarde encontrando o DVD (também no balaio das Lojas Americanas) não me contive em trazer ele pra casa. 
Vencedor de 7 Oscars e baseado no livro de Thomas Keneally o filme mostra a vida real e a trajetória do industrial tcheco Oskar Schindler (Liam Neeson).
Ao comprar em 1939 uma fábrica de esmaltados quase falida na Polônia dominada pela Alemanha de Hitler, Schindler usou suas boas relações com altos funcionários nazistas, para recrutar trabalhadores entre prisioneiros judeus do gueto da Cracóvia, passando a fornecer produtos para o exército alemão. Quando os nazistas iniciam a “solução final” (execução em massa dos judeus), Schindler intercede junto ao comandante Amon Goeth (Ralph Fiennes), subornando outros oficiais e garantindo tratamento diferenciado para seus operários, salvando-os dos campos de extermínio.

domingo, 4 de julho de 2010

The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert

Simplesmente... extravagante. E isso é perfeito!
Priscilla, A Rainha do Deserto (The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert, 1994) é um dos filmes que eu lembro de gostar desde moleque sem saber ao certo porque. Mas com o tempo tu vai crescendo, assistido algumas vezes sem compromisso, outras querendo entender um pouco mais, e outra que tu ta realmente afim de assistir, até que tua ficha cai e tu consegue perceber toda magia de um filme. E issop me aconteceu com Priscilla tardiamente, só depois de comprar o DVD. 
Elas chegaram e, fabulosas, conquistaram a todos. Este filme australiano incrivelmente criativo, visualmente maravilhoso e incomparavelmente divertido conta a história de três drag queens desbravando a vastidão do deserto australiano. Foi o vencedor do Oscar de 1994 de Melhor Figurino. Terence StampHugo Weaving e Guy Pearce presentam todos excelentes e emocionantes interpretações nessa história de três peixes fora dágua, que é considerado "um dos mais irreverentes filmes já reaizados" (The New York Observer)! Com um contrato para realizar um show de drags nos confins do deserto australiano, Bernadette (Stamp), Tick (Weaving) e Adam (Pearce) têm cada um seu motivo pessoal pra querer deixar a segurança de Sydney. Batizando seu rodado ônibus de excursão com o nome de "Priscilla", essas enlouquecidamente divertidas rainhas do drama se dirigem ao deserto... onde suas espetaculares aventuras são ainda mais fantásticas do que os trajes de seu figurino.

Lorenzo's Oil

Simplesmente Incrível! Apaixonante!

O Óleo de Lorenzo (Lorenzo's Oil, 1992) é um dos filmes que mais me comoveram até hoje. Não só pela história (baseada em fatos reais) mas por ter tido um caso semelhante (mas infelizmente sem cura) na família. Apesar de denso, tem a capacidade de prender a atenção do começo ao fim, ficar amarrado a cada cena, querendo ver o desenrolar de cada situação, ficando aflito junto dos personagens e comemorar junto deles, esboçar um sorriso enquanto desce uma lágrima pelo rosto. 
Nick Nolte e Susan Sarandon, ambos indicados ao Oscar, protagonizam este drama comovente e inesquecível baseado em história real. A dura notícia de que o filho de cinco anos, Lorenzo (, tem uma doença terminal rara marca o início de uma missão extraordinária para Augusto e Michaela Odone (Note e Sarandon). A despeito do diagnóstico, os pais se lançam para salvar o filho, enfrentando médicos, cientistas e grupos de apoio que relutam em incentivar o casal na busca de uma cura. O esforço inesgotável dos dois testa a resistência de seus laços de união, a profundidade de suas crenças e os limites da medicina convencional. Nolte e Sarandon apresentam um magnífico desempenho como os pais carinhosos e determinados que levam esperança a muitas pessoas neste grande sucesso aclamado pela crítica dirigido por George Miller.

sábado, 3 de julho de 2010

A Fish Called Wanda

Gosta de Monty Python? Então assista este filme!

Um Peixe Chamado Wanda (A Fish Called Wanda, 1988) é o tipo de filme que é pra todas as idades e ao mesmo tempo não é. Cativante do começo ao fim, dono de propósitos extremamente originais, Um Peixe Chamado Wanda foi um filme que me cativou desde a primeira vez, lá pela segunda ou terceira parte, quando estacionei os canais no MGM. Mas um balaio das Lojas Americanas me fez trazer ele pra coleção, e valeu cada centavo. 
 O diretor inglês Charles Crichton, então com 78 anos, mostra que não perdeu o talento para o humor. Wanda Gerschwitz (Jamie Lee Curtis) pertence a uma quadrilha que acaba de ralizar um roubo de diamantes. Só que ela e seu namorado machão (Kevin Kline) querem ficar com tudo e dedam o líder da quadrilha, Georges Thomason (Tom Georgeson), pra polícia. Só que ele escondeu as jóias, e o casal não sabe onde. Para descobrir isso, Wanda resolve se aproximar do advogado de Georges, Archibald Leech (John Cleese), usando todo seu poder de sedução. Sem saber, o advogado caretão é envolvido numa farsa muito divertida. Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Kevin Kline. Atente para as sequencias de John Cleese com Jamie Lee Curtis, são impagáveis, com a certeza de boas risadas.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Adventures in Babysitting

Uma ligação em uma noite calma nem sempre traz boas coisas
Uma Noite de Aventuras (Adventures in Babysitting, 1987) é um filme com o tipo de história que sinto falta nos dias de hoje. História boba com pequenos elementos que ajudam a compor o todo dela, dando aquela graça toda no final, é lindo!
Chris Parker (Elisabeth Shue), uma jovem de dezessete anos, sonhava ter uma grande noite com seu namorado, mas ele cancelou os planos. Assim, Chris concorda em ser babá de Sara Anderson (Maia Brewton), uma pré-adolescente, e Brad Anderson (Keith Coogan), seu irmão, um garoto de 15 anos que morre de amores por ela. Mas o que prometia ser uma noite totalmente tediosa se transforma numa incrível aventura após Chris receber uma ligação de Brenda (Penelope Ann Miller), sua melhor amiga, pedindo ajuda. Chris acaba sendo obrigada a levar as crianças e também Daryl Coopersmith (Anthony Rapp), um amigo de Brad bastante folgado, e assim vão para Chicago encontrar Brenda. Mas já na estrada começam os problemas, quando o pneu do carro fura. Chris não tem estepe e além disto está sem dinheiro, pois esqueceu a bolsa em casa. Eles são socorridos por um estranho homem, que desconfia que sua mulher está tendo um caso e, quando recebe a confirmação, fica enlouquecido e quer matar o amante da mulher. Mas a situação realmente de complica quando eles se envolvem com uma quadrilha que rouba carros de luxo. Enquanto isto, o sr. e sra. Anderson se divertem em uma festa, acreditando que os filhos estão seguros em casa.
É um fiilme impagável, pelos elementos surpresa do mesmo, pelo enredo e pela forma com que a história é conduzida.