sexta-feira, 24 de julho de 2009

Música para ser apreciada

sem moderação alguma, primeira parte

Louis Armstrong é o cara. Sempre que falo nele, tenho a (in)felicidade de encontrar pessoas que só conseguem lembrar de What A Wonderful World ou então só conhecem esta. É realmente uma pena.
Como diz o Last.fm, Louis Armstrong é, sem dúvida, o músico de jazz mais conhecido do público em todo o mundo. Foi chamado de “a personificação do jazz”. Seu retrato e sua voz são inconfundíveis, até para quem não é aficionado do jazz.
Mas porque logo Louis Armstrong? Tudo começou quando hoje mais cedo, quando minha namorada me mandou La Vie En Rose, uma das músicas da trilha sonora de Wall-e (que merece um texto sobre aqui). Sabe aquela música que te faz ficar imaginando estar junto de quem tu tanto ama, de rosto colado, tocando tal música ao fundo, intercalando beijos com palavras de amor sussurradas no ouvido. É, eu me senti assim.
Não satisfeito, catei um CD qualquer pra baixar e saciar a vontade. Um dos tantos The Best Of, 30 faixas, uma mais anestesiante que a outra. Louis Armstrong é das músicas que quando ouço, me vem tanta coisa distinta em mente, que juntas formam uma só. É mais ou menos com a descrição de cena que dei ali em cima.
E não sei bem como dizer isso, mas ver vídeos de Louis Armstrong cantando é algo que me da uma certa alegria, uma felicidade boba, talvez isso seja pela harmonia das melodias com a letra ou por ver que o mesmo parecia cantar sorrindo, alguma coisa sempre me deixou meio bobo quando ouvia e/ou ouço. Recomendo muito, apesar de não ter dito quase nada, mas por fim, recomendo (apenas) três músicas:
  • La Vie En Rose;
  • Because Of You;
  • Uncle Satchmo's Lullaby.
Ouçam.



PS.: Amor, eu te amo

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