terça-feira, 28 de julho de 2009

Evil Dead II - Dead by Down

porque só o rostinho bonito do Bruce Campbell não torna um filme bom

Uma Noite Alucinante 2: Mortos Ao Amanhecer (Evil Dead II - Dead by Down, 1987) é o típico filme que passa na Band a noite na tentativa de ser um filme para borrar as calças. Mas está longe disso.
Mesmo que Sam Raimi tenha nos brindado com Darkaman e ter personificado o Homem Aranha, o fato de querer colocar humor em um filme como este tornou o mesmo um saco. As partes que são para ser sérias acabam confundindo com as partes que são para ser engraçadas, o enredo do filme é muito confuso e tem vezes que parece não chegar a lugar algum.
Ash (Bruce Campbell) leva a namorada até uma cabana abandonada nas montanhas e escuta as palavras do Necronomicon, o Livro dos Mortos, gravados por um pesquisador, liberando forças demoníacas. Praticamente uma refilmagem do filme anterior, onde o canastrão Campbell é a principal atração. Repare com atenção a sequência onde ele luta contra uma de suas mãos, é tão hilária quanto assustadora.
E neste último sábado logo após o almoço eu assisti tal pérola, tinha baixado fazia um tempo e nunca tinha tido oportunidade de assistir. O filme não é algo que possa ser chamado de bom, nem de ruim, serve bem pra perder um tempo ocioso sem muito o que fazer, a cópia que baixei era dublada, o que tornou o sacrifício ainda maior.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Música para ser apreciada

sem moderação alguma, primeira parte

Louis Armstrong é o cara. Sempre que falo nele, tenho a (in)felicidade de encontrar pessoas que só conseguem lembrar de What A Wonderful World ou então só conhecem esta. É realmente uma pena.
Como diz o Last.fm, Louis Armstrong é, sem dúvida, o músico de jazz mais conhecido do público em todo o mundo. Foi chamado de “a personificação do jazz”. Seu retrato e sua voz são inconfundíveis, até para quem não é aficionado do jazz.
Mas porque logo Louis Armstrong? Tudo começou quando hoje mais cedo, quando minha namorada me mandou La Vie En Rose, uma das músicas da trilha sonora de Wall-e (que merece um texto sobre aqui). Sabe aquela música que te faz ficar imaginando estar junto de quem tu tanto ama, de rosto colado, tocando tal música ao fundo, intercalando beijos com palavras de amor sussurradas no ouvido. É, eu me senti assim.
Não satisfeito, catei um CD qualquer pra baixar e saciar a vontade. Um dos tantos The Best Of, 30 faixas, uma mais anestesiante que a outra. Louis Armstrong é das músicas que quando ouço, me vem tanta coisa distinta em mente, que juntas formam uma só. É mais ou menos com a descrição de cena que dei ali em cima.
E não sei bem como dizer isso, mas ver vídeos de Louis Armstrong cantando é algo que me da uma certa alegria, uma felicidade boba, talvez isso seja pela harmonia das melodias com a letra ou por ver que o mesmo parecia cantar sorrindo, alguma coisa sempre me deixou meio bobo quando ouvia e/ou ouço. Recomendo muito, apesar de não ter dito quase nada, mas por fim, recomendo (apenas) três músicas:
  • La Vie En Rose;
  • Because Of You;
  • Uncle Satchmo's Lullaby.
Ouçam.



PS.: Amor, eu te amo

quinta-feira, 9 de julho de 2009

You're the chosen one (I'm gonna need some kind of sign)

If we all cry at the same time tonight
Michael Jackson - Cry
Já se passaram treze dias desde que foi anunciada a morte de Michael Jackson e o mundo não fala em outra coisa. Tudo bem que ele tenha sido o Rei do Pop, o cara tenha feito um sucesso absurdo, mas particularmente já estou de saco cheio. Uma legião de pessoas comovidas, gente que coloca "LUTO" no MSN e algumas outras que parece que o mundo acabou. O circo armado começa pelo velório, parecia mais um show do que um velório propriamente dito, entendo, era uma última homenagem a ser prestada. O cara (apesar dos pesares) foi bizarro a vida toda, ou melhor, qualquer coisa que envolvia ele sempre tinha uma bizarrice metida no meio, então, saber que ele foi enterrado sem cérebro não é de se espantar muito. E essa coisa de cérebro me veio em mente outra bizarrice: imagina, dentro de alguns meses, tu encontra no eBay o cérebro do dito cujo, certamente tem idiota pra comprar, mesmo que não seja verdade, o próprio Michael não comprou o lixo do Eminem?

domingo, 5 de julho de 2009

Porque "Quero Ser Grande" é um dos meus filmes preferidos

ou porque sou um fã incondicional de filmes antigos com Tom Hanks


Quero Ser Grande (Big, 1988) é o típico filme esquecido que só passa na Sessão da Tarde, que nem todo mundo gosta ou se assiste é porque quer ver o Tom Hanks quando ainda era guri.
Eu fui um dos que assistiu pela primeira vez numa Sessão da Tarde de sabe-se lá quando, eu deveria ter meus 08~10 anos. Aquilo me encantou os olhos, mesmo que eu não tenha entendido o mote do filme direito na primeira vez, era divertido demais, um filme com crianças, que falava em brinquedos, era bom para ser digerido. Anos mais tarde, assisto mais uma vez entendendo o que se passa e vi que assim como Um Dia A Casa Cai (The Money Pit, 1986) entraria para a minha lista de filmes velhos (e com Tom Hanks) preferidos.

Um garoto, Josh Baskin (David Moscow / Tom Hanks) vai a um parque de diversões e depois de ser barrado por conta de sua altura em um brinquedo, sai chateado pelo parque, onde encontra uma "máquina dos desejos", onde faz o pedido que dá origem a todo desenrolar da trama. A simplicidade de idéias, com elementos infantis torna o filme cativante, mensagenzinhas que são percebidas depois de uma segunda ou terceira assistida mais atenciosa. Quero Ser Grande não foi um blockbuster, para muitos pode ser um filme de uma assistida só ou se pegar ele pela segunda parte na Sessão da Tarde tanto faz, disse isso desde o começo, mas vale ao menos uma assistida.

E em uma certa ocasião, encontrei o DVD por R$9,90, arrebatei o mesmo para a coleção. Tinha épocas que assistia umas três vezes por mês, mas a falta de tempo me impediu de continuar fazendo isto. Em suma, é um filme divertido, eu dizer que recomendo é puxar brasa para minha sardinha, como se diz, por ser tanto fã do Tom Hanks, quanto do filme em si.