sábado, 19 de dezembro de 2009

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

#498 - #497

#497 -  Weezer - Buddy Holly
 

#498 - Brook Benton - Rainy Night in Georgia

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

#500 - #499

#499 - Thin Lizzy - The Boys Are Back in Town
 
#500 - Boston - More Than a Feeling

As 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos

Não sei se é de notório conhecimento de todos, mas a revista Rolling Stone, recentemente publicou uma lista com as quinhentas (isso mesmo, as quinhentas) melhores músicas de todos os tempos. E como eu sou um cara que adora interagir com essas coisas, mas quase nunca faz alguma coisa que preste neste sentido, resolvi postar por aqui, não só a lista, mas sim as quinhetas músicas.
Postarei uma ou duas vezes por dia, duas músicas da lista. Espero conseguir manter o projeto até o fim.

domingo, 22 de novembro de 2009

Teenage Mutant Ninja Turtles

mesmo me trazendo (boas) lembranças de infância, não é tão bom assim...
Admito que com filmes antigos, baseados em algo pré-existente, eu não sou dos mais exigentes, sei das limitações da época e por isso acabo aceitando boa parte das coisas propostas.
As Tartarugas Ninja (Teenage Mutant Ninja Turtles, 1990) é um destes filmes, na época em que assisti na Sessão da Tarde (velhos tempos de tardes ociosas que os anos não trazem de volta) eu achei sensacional, fantástico, afinal, era a personificação daquilo tudo que eu via na série animada. Perfeito!



Depois de ser atacada por trombadinhas, a repórter April O'Neil (Judith Hoag) é salva por tartarugas mutantes, que passaram a se dedicar a combater o crime desde que foram contaminadas por uma substância radioativa nos esgotos de Nova York e se tornarem guerreiros após serem treinados pelo mestre Splinter. Aliadas a Casey Jones (Elias Koteas), elas combatem a organização Foot, que lança uma onda de crimes na cidade sob o comando do perigoso Destruidor (David McCharen).

O filme não é nenhum primor, ainda mais olhando ele hoje em dia, mas vale pela nostalgia e se tiver saco, assistir os outros dois antigos, coisa que eu quero ver se ainda junto coragem para fazer e expresso minha opinião por aqui.

domingo, 18 de outubro de 2009

Cobra

Crime is the disease. Meet the Cure
Stallone Cobra (Cobra, 1986) é um dos filmes que me faz lembrar a minha infância. A época em que comecei a ouvir Depeche Mode e Pet Shop Boys, mas isto não vem ao caso. Época em que eu era uma criança que adorava brincar com meus G.I. Joe, e assistir filmes de ação para depois personificar em mim mesmo meus personagens e criar uma guerra em meus pensamentos.

Cobra (Sylvester Stallone) é um tira dos durões, que pertence ao grupo especial denominado Esquadrão Zumbi. Grupo este encarregado de aniquilar todo e qualquer tipo de gangue violento. Na busca incessante do assassino Night Slasher (Brian Thompson), Marion Cobbretti -sim, é este o "nome real" do personagem de Stallone- conhece Ingrid (Brigitte Nielsen), uma bela modelo fotográfica , conseguiu ver o rosto deste assassino, mas por azar o assassino também a viu. Eis então que começa a ação aos moldes dos Anos 80, com muita acão, tiros, perseguições e piadas fáceis. Cobra faz parte do gênero apaixonante dos filmes de ação dos anos 80, que hoje em dia só já vive com as tentativas de Van Damme e de Seagal.

O filme vale a pena pelos clichês clássicos dos Anos 80 e pela nostalgia de lembrar de filmes de ação da época porque se for comparar com filmes de ação de hoje ele não convence nem um pouco. Nem fui muito exigente quando procurei este filme para download. Só tinha encontrado uma cópia dublada e ripada do SBT, e foi esta mesma que assisti. Não faria muita diferença mesmo se fosse um DVD Rip, ja que o filme não é lá grande coisa.


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Não que eu tenha esquecido isso aqui

mas é que com tanta coisa sem relevância, fica complicado resenhar


Nos últimos tempos vi alguns filmes, não muitos, mas vi. Mas nenhum que me empolgasse ao ponto de querer resenhar o filme. Duas animações, um longa que pelo título prometia mas nada de resenha, até tentei começar algo mas não saiu. Talevez alguma outra hora, com um pouco mais de saco eu escreva. E escrever sobre um CD inteiro é complicado, falar individualmente de cada uma das quinze faixas de um CD é um trabalhinho chato, eu teria que no minímo, passar uma semana ouvindo cada música, para que eu conseguisse falar alguma coisa que ficasse interessante, mas não tenho saco pra isso, meu iPod tem 8Gb e eu me bitolar durante semanas com uma mesma banda me da agonia, então eu acabo nem fazendo nada.
Estou com vários filmes na fila de espera para serem assistidos e resenhados e tantos outros que já assisti há tempos e nunca resenho, então, é tudo uma questão de tempo para que as coisas entrem nos eixos e eu volte a escrever minhas resenhas.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Há vinte anos

nosso Maluco Beleza nos deixava
Há vinte anos, eu tinha dois, beirando os três anos, não conhecia música. Noooa verdade eu nem gente direito era. Lembro de minha época de moleque, ouvindo o LP do Gita repetidas vezes com um primo, cantarolar as mais conhecidas até vir a ter o gosto que tenho hoje or música, tendo Raul Seixas entre os preferidos.
Recentemente coloquei o Gita no iPod par matar a saudade de ouvir Raul e percebi que foi uma coisa que eu deveria ter feito faz tempo, porque motivo, razão e circunstância eu não tinha feito isso ainda.

Raul Seixas me cativou (e ainda cativa) pelas letras, pela melodia. O conjunto da obra em si sempre foi algo que me fascinou bastante. Gita, Super Heróis, Medo da Chuva e tantas outras sempre foram músicas inspiradoras, mas agora, depois de "gente grande" ouvindo as letras com mais atenção e tentando entender o porque das frases colocadas. Não chego em nenhuma conclusão muito relevante, mas tenho a certeza de que o Maluco Beleza continuará, sempre, com músicas para os meus ouvidos.


terça-feira, 28 de julho de 2009

Evil Dead II - Dead by Down

porque só o rostinho bonito do Bruce Campbell não torna um filme bom

Uma Noite Alucinante 2: Mortos Ao Amanhecer (Evil Dead II - Dead by Down, 1987) é o típico filme que passa na Band a noite na tentativa de ser um filme para borrar as calças. Mas está longe disso.
Mesmo que Sam Raimi tenha nos brindado com Darkaman e ter personificado o Homem Aranha, o fato de querer colocar humor em um filme como este tornou o mesmo um saco. As partes que são para ser sérias acabam confundindo com as partes que são para ser engraçadas, o enredo do filme é muito confuso e tem vezes que parece não chegar a lugar algum.
Ash (Bruce Campbell) leva a namorada até uma cabana abandonada nas montanhas e escuta as palavras do Necronomicon, o Livro dos Mortos, gravados por um pesquisador, liberando forças demoníacas. Praticamente uma refilmagem do filme anterior, onde o canastrão Campbell é a principal atração. Repare com atenção a sequência onde ele luta contra uma de suas mãos, é tão hilária quanto assustadora.
E neste último sábado logo após o almoço eu assisti tal pérola, tinha baixado fazia um tempo e nunca tinha tido oportunidade de assistir. O filme não é algo que possa ser chamado de bom, nem de ruim, serve bem pra perder um tempo ocioso sem muito o que fazer, a cópia que baixei era dublada, o que tornou o sacrifício ainda maior.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Música para ser apreciada

sem moderação alguma, primeira parte

Louis Armstrong é o cara. Sempre que falo nele, tenho a (in)felicidade de encontrar pessoas que só conseguem lembrar de What A Wonderful World ou então só conhecem esta. É realmente uma pena.
Como diz o Last.fm, Louis Armstrong é, sem dúvida, o músico de jazz mais conhecido do público em todo o mundo. Foi chamado de “a personificação do jazz”. Seu retrato e sua voz são inconfundíveis, até para quem não é aficionado do jazz.
Mas porque logo Louis Armstrong? Tudo começou quando hoje mais cedo, quando minha namorada me mandou La Vie En Rose, uma das músicas da trilha sonora de Wall-e (que merece um texto sobre aqui). Sabe aquela música que te faz ficar imaginando estar junto de quem tu tanto ama, de rosto colado, tocando tal música ao fundo, intercalando beijos com palavras de amor sussurradas no ouvido. É, eu me senti assim.
Não satisfeito, catei um CD qualquer pra baixar e saciar a vontade. Um dos tantos The Best Of, 30 faixas, uma mais anestesiante que a outra. Louis Armstrong é das músicas que quando ouço, me vem tanta coisa distinta em mente, que juntas formam uma só. É mais ou menos com a descrição de cena que dei ali em cima.
E não sei bem como dizer isso, mas ver vídeos de Louis Armstrong cantando é algo que me da uma certa alegria, uma felicidade boba, talvez isso seja pela harmonia das melodias com a letra ou por ver que o mesmo parecia cantar sorrindo, alguma coisa sempre me deixou meio bobo quando ouvia e/ou ouço. Recomendo muito, apesar de não ter dito quase nada, mas por fim, recomendo (apenas) três músicas:
  • La Vie En Rose;
  • Because Of You;
  • Uncle Satchmo's Lullaby.
Ouçam.



PS.: Amor, eu te amo

quinta-feira, 9 de julho de 2009

You're the chosen one (I'm gonna need some kind of sign)

If we all cry at the same time tonight
Michael Jackson - Cry
Já se passaram treze dias desde que foi anunciada a morte de Michael Jackson e o mundo não fala em outra coisa. Tudo bem que ele tenha sido o Rei do Pop, o cara tenha feito um sucesso absurdo, mas particularmente já estou de saco cheio. Uma legião de pessoas comovidas, gente que coloca "LUTO" no MSN e algumas outras que parece que o mundo acabou. O circo armado começa pelo velório, parecia mais um show do que um velório propriamente dito, entendo, era uma última homenagem a ser prestada. O cara (apesar dos pesares) foi bizarro a vida toda, ou melhor, qualquer coisa que envolvia ele sempre tinha uma bizarrice metida no meio, então, saber que ele foi enterrado sem cérebro não é de se espantar muito. E essa coisa de cérebro me veio em mente outra bizarrice: imagina, dentro de alguns meses, tu encontra no eBay o cérebro do dito cujo, certamente tem idiota pra comprar, mesmo que não seja verdade, o próprio Michael não comprou o lixo do Eminem?

domingo, 5 de julho de 2009

Porque "Quero Ser Grande" é um dos meus filmes preferidos

ou porque sou um fã incondicional de filmes antigos com Tom Hanks


Quero Ser Grande (Big, 1988) é o típico filme esquecido que só passa na Sessão da Tarde, que nem todo mundo gosta ou se assiste é porque quer ver o Tom Hanks quando ainda era guri.
Eu fui um dos que assistiu pela primeira vez numa Sessão da Tarde de sabe-se lá quando, eu deveria ter meus 08~10 anos. Aquilo me encantou os olhos, mesmo que eu não tenha entendido o mote do filme direito na primeira vez, era divertido demais, um filme com crianças, que falava em brinquedos, era bom para ser digerido. Anos mais tarde, assisto mais uma vez entendendo o que se passa e vi que assim como Um Dia A Casa Cai (The Money Pit, 1986) entraria para a minha lista de filmes velhos (e com Tom Hanks) preferidos.

Um garoto, Josh Baskin (David Moscow / Tom Hanks) vai a um parque de diversões e depois de ser barrado por conta de sua altura em um brinquedo, sai chateado pelo parque, onde encontra uma "máquina dos desejos", onde faz o pedido que dá origem a todo desenrolar da trama. A simplicidade de idéias, com elementos infantis torna o filme cativante, mensagenzinhas que são percebidas depois de uma segunda ou terceira assistida mais atenciosa. Quero Ser Grande não foi um blockbuster, para muitos pode ser um filme de uma assistida só ou se pegar ele pela segunda parte na Sessão da Tarde tanto faz, disse isso desde o começo, mas vale ao menos uma assistida.

E em uma certa ocasião, encontrei o DVD por R$9,90, arrebatei o mesmo para a coleção. Tinha épocas que assistia umas três vezes por mês, mas a falta de tempo me impediu de continuar fazendo isto. Em suma, é um filme divertido, eu dizer que recomendo é puxar brasa para minha sardinha, como se diz, por ser tanto fã do Tom Hanks, quanto do filme em si.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Resenha, opinião e outros devaneios sobre um CD, Parte 1

Rosa Tattooada - Rosa Tattooada [1992]


De acordo com o Last.fm, A Banda Rosa Tattooada é uma banda brasileira de hard rock formada em Porto Alegre em meados de 1988, com influências em Kiss, Poison, Guns n’ Roses entre outras.

Pessoalmente, nunca gostei da banda, mas hoje indo para o trabalho, uma rádio qualquer sintonizada e tocando o hit O Inferno Vai Ter Que Esperar, me fez pensar em escrever este texto e do nada comecei a cantarolar a letra junto, com o entusiasmo de um legítimo fã da banda. Falei para mim mesmo que chegaria do trabalho e iria baixar um CD da banda. Dito e feito: Cá estou eu, ouvindo o CD da tal banda e escrevendo minha opinião a respeito. Na minha (modesta e que não vale nada) opinião, não é exatamente o que se pode chamar de uma banda boa, daquelas que tu faz questão de baixar a discografia, colocar no iPod e fazer o sync das capas para que fiquem bonitinhas no Cover Flow. Não. É só uma banda que tu baixa um álbum (no meu caso, o primeiro), ouve algumas vezes e esquece aquele .rar de pouco mais de 60Mb atirado em algum canto do HDD. Por mais que tenham sido expressivos na época em que surgiram, tenham conquistado um público grande, um grande reconhecimento dentro do cenário do Hard Rock nacional (tanto é que abriram a noite do Guns N' Roses no Rock In Rio II), nada disso foi o bastante, já que, afinal, quantas pessoas ainda hoje lembram da existência da banda. E mais, os caras ainda tocam? Sinceramente, não sei.
Pra quem tiver curiosidade de conhecer a banda, o link para baixar o CD em questão, está aqui. Créditos ao blog Então era Wilson, pelo link do download do CD.
Senha para descompactar o arquivo: erawilson

domingo, 21 de junho de 2009

Na realidade eu tenho um blog,

um blog que ninguém conhece, é verdade. Mas tenho

E este aqui aparece com um propósito diferente, ao menos para mim. Quero escrever aqui, minhas opiniões a respeito de CDs e DVDs, coisas que gosto ou deixo de gostar, minha análise em cima de coisas que assisto, leio e ouço, não precisando ser necessariamente resenhas, assim não preciso ser (tão) imparcial e como bom entusiasta de ambas coisas, resolvi fazer isto, ao menos me mantenho escrevendo. Eu poderia colocar isto dentro do meu blog, talvez criar um subdominío, mas por algum motivo, achei mais interessante criar um lugar novo para isso. E o nome (modéstia a parte) achei bastante contextualizado com meu propósito, e o mais curioso de tudo é que a idéia de nome me veio em mente rápido, ao contrário do que sempre me acontece, quando penso em um blog ou coisa parecida. Não sei muito bem como fazer postagens de estréia, então, fica assim mesmo, já que na próxima postagem, eu começo com o propósito original, quando isso aqui foi idealizado.